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Blog da Historia
 


Os amigos Arabes e seus descendentes.

Desde que me conheço por gente vejo os árabes ou descendentes que passavam com suas malas vendendo roupas, de porta em porta que naquela época eram chamados de mascates. Eles porem nunca foram chamados de árabes, Sírios ou Libaneses, e sim de Turcos. Uma amiga de origem Árabe, não gostou de ouvir, quando usei esse termo.Com muita classe ela foi me dizendo que os Árabes, Sírios ou Libaneses não mereciam ouvir esse termo porque os Turcos, segundo ela eram muitos ruins.Mas eu disse: - Dona Maria Choffi, nos os chamamos de turcos carinhosamente e todos os meus amigos de origem Árabe, até gostam de assim serem chamados. E difícil reverter essa mania que temos com nossos amigos, da raça Árabe.
Somos tão amigos, que ao contar piadas de “turcos” e que temos aos montes eles mesmos morrem de rir ao ouvi-las.
Fala verdade, não é legal aquela piada, de que o patriarca da família estava morrendo e todos os parentes a sua volta, e ele moribundo, estava preocupado com quem estava tomando conta de lojinha?

Madame Choffi em seu casarão na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio não se conteve e riu mais do que eu esperava. E soltou essa: -Mario você não tem jeito mesmo. Tudo bem então eu sou uma “turca” e minha filha uma “turquinha”. Madame Choffi tinha sua “lojinha” tecelagem Cinerama na Rua Tabapuã no Itaim. Mas na verdade os Árabes e seus descendentes eram muito discriminados, não por nos brasileiros, mas por pessoas de outra nacionalidade do Oriente Próximo como gostava de dizer o professor Julio G Atlas.

Em todos os lugares por onde eu andei, e olhe que andei quase pelo “mundo todo” sempre tinha um “turco” no pedaço. Na escola SENAI Roberto Simonsen no Bras. Tinha o Tomas Salum, colega muito divertido e, o nariz denunciava seu ar de "turco". Ele nunca se importou com as brincadeiras que faziamos. O professor Fortes de desenho, também descendia de Árabes e era um amigo de todos. Era meu confidente de assuntos da política brasileira em meio aos cavaletes de desenho.

Os Árabes são pessoas muito alegres e de bastante popularidade, Bons amigos e não se percebe neles algum tipo de falsidade. São amigos de verdade.Outro amigo de descendência Árabe que não esqueço é Eduardo Nicolau Saad, dono de uma metalúrgica no Jaguaré, e que foi meu cliente no ramo de trabalho, era o tipo do sujeito que tratava os amigos como sendo de sua família. Estando na casa dele e ele estando à mesa com a família uma cadeira era posta a mesa para que fizéssemos parte dela, a família.

Na musica o representante da família Árabe que me lembro era Romeu Feres, cantor de bons predicados contratado da TV Tupi, eu sempre o vi na tela do canal 4, desde que ainda era o canal 3.Romeu Feres era um freguês do programa Almoço com as estrelas aos sábados às treze horas. Num daqueles almoços, ouvi o apresentador Airton Rodrigues dizer a ele da sua solidariedade por ele ter sido barrado num evento. Isso prova o que escrevi mais acima. A discriminação contra os Árabes era evidente. Texto Mário Lopomo

Romeu FéresCantor, regente, primeiro intérprete profissional de música árabe no Brasil, Romeu Féres se radicou em Santos em 1967, como descreve uma de suas alunas, em carta à seção Tribuna do Leitor, publicada em 11 de novembro de 2007 no jornal santista A Tribuna Romeu Feres - Santos recebei há 40 anos uma ilustre personagem, que aqui decidira fixar residência.
Figura ímpar da cultura nacional, participou da criação da TV Tupi ao lado de Homero Silva, Maurício Loureiro Gama, Airton e Lolita Rodrigues, Márcia Real, Hebe Camargo, entre outros.
Durante mais de 30 anos de carreira, no rádio e TV, participou de espetáculos junto com Maurice Chevalier e Jean Sablon.
Dentre as homenagens que recebeu, destaco os troféus Tupiniquim, por três vezes, e Roquete Pinto, em mais cinco edições. Em maio de 1997, teve sua vida perpetuada no Museu da Imagem e Som (MIS) do Centro de Cultura de Santos.
Na TV Tupi fazia o programa Antarctica no mundo dos sons. Cantando em sete idiomas (italiano, português, francês, espanhol, alemão, russo e árabe) viveu a fase áurea do Cassino da Urca, apresentando-se junto com Elvira Rios, Pedro Vargas, José Mojica e, em 1949, numa apresentação especial, foi recebido por Eva Perón, na Casa Rosada, tendo Evita patrocinado seu recital no Gran Theatro Splendial.
Em 1959, deixou os freqüentadores do restaurante Alfredo, em Roma, impressionados com sua voz. Em Santos, sempre esteve ligado às coisas da Cidade; fez parte do Departamento Cultural do Clube Atlético Santista, tendo criado o seu coral, assim como no Clube Sírio-Libanês, cujo coral organizou e regeu durante a década de 90. Foi diretor artístico de várias entidades, dentre elas a Sociedade Italiana.
Além de barítono, orgulhava-se de tocar alaúde, um dos mais antigos instrumentos de cordas do mundo, tendo aprendido esta arte com o próprio Nahat, que foi o fabricante do alaúde no Brasil.
Hoje, aos 90 anos de idade, porém enfermo, emana, através de seus pensamentos, uma corrente de energia positiva em prol do futuro cultural de nossa Santos e nós, que tivemos a dádiva de ter sido suas alunas, colhemos os frutos de sua semeadura.
Marinilce Canelas Augusto.
Seu trabalho também foi destacado no site
Curiosidades da Música Libanesa, de Vitor Abud Hiar, conforme consulta em janeiro de 2008:
O pioneirismo discográfico da música árabe no Brasil.
O primeiro LP gravado no Brasil, feito especialmente para a colônia árabe Brasileira, fora de autoria do cantor árabe Romeu Féres, produzido por Indústrias Elétricas e Musicais Fábrica Odeon, tendo como título "Jóias Árabes". Posteriormente, devido ao grande sucessos desse primeiro trabalho, Féres lança um segundo LP com o título "Tardes Orientais", contando, inclusive, com a participação da Orquestra e Côro de Luiz Arruda Paes.
Tardes Orientais com Romeu Féres - Segundo LP histórico em homenagem à comunidade árabe do Brasil (anos 50).

" Foi grande a procura, e enorme o sucesso alcançado pelo magnífico "long play" JÓIAS ÁRABES, interpretado pelo cantor internacional ROMEU FÉRES, que a FÁBRICA ODEON DO BRASIL lançou para satisfazer os gostos orientais, em homenagem a Coletividade Árabe radicada nesta querida e hospitaleira Terra.
Foi o primeiro "long play" do gênero; pois selecionou as mais delicadas canções e melodias orientais, admirado não somente pelos apreciadores da música árabe, como também pelos apreciadores da música internacional, graças à seu ritmo suave e meigo e à sua feliz adaptação artística e musical.
Atendendo a inúmeros pedidos, Fábrica ODEON, tem a mais grata satisfação de confiar, novamente, ao famoso cantor ROMEU FÉRES- seu artista exclusivo - a interpretação do novo e maravilhoso "long play" TARDES ORIENTAIS, cuja letra é de autoria do poeta TANIUS BAAKLINI.
Queremos dispensar as referências a esta nova e segunda realização do mundo artístico oriental. A gravação encontra-se em vossas mãos, e os comentários ficarão ao vosso critério" (Texto de apresentação da Obra TARDES ORIENTAIS com ROMEU FÉRES, escrito pela ODEON)
Detalhe: Texto orginal da "Fabrica Odeon do Brasil" gravado na capa do LP "Tardes Orientais" de Romeu Féres (anos 50). Segunda Obra histórica do primeiro Cantor Árabe Profissional do Brasil e, também, Pioneiro no lançamento do primeiro LP com típicas canções árabes em homenagem a Comunidade Árabe no Brasil.

Texto orginal da "Fabrica Odeon do Brasil" gravado na capa do LP "Tardes Orientais" de Romeu Féres (anos 50). Segunda Obra histórica do primeiro Cantor Árabe Profissional do Brasil e, também, Pioneiro no lançamento do primeiro LP com típicas canções árabes em homenagem a Comunidade Árabe no Brasil.

Dentre as belíssimas canções interpretadas na obra supracitada, transcreveremos a letra da canção "Dabke", cuja autoria é do eminente Poeta Tanius Baaklini.
"A alvorada está surgindo!... Os passarinhos estão cantando!... As águas também cantam a cantiga das fontes!... E o Sol está despertando a natureza com seus fios dourados por de trás das montanhas!...
Tudo é alegria!...
Vamos colher os cachos prateados das uvas que se estenderem nos vinhedos!... As ondulações das vegetações, refazem a dança dos aromas... Respiremos o aroma da brisa perfumada!... Vamos ao nosso passeio... ao caminho da felicidade!...
Dancemos o "dabke" dos campos, nestes bosques divinais... nestas terras fascinantes!!!" (Tanius Baaklini)
Romeu Féres, grande amigo de Fuad Haidamus, é considerado historicamente o primeiro cantor árabe profissional no Brasil a gravar um LP para comercialização em homenagem a comunidade árabe neste país.
Féres é também o cantor árabe da mais bela voz de todos os tempos da história da música árabe no Brasil.

Fuad Haidamus (foto) canta na inauguração do Programa de seu Amigo Chico Shabou, pelas ondas da Rádio Clube de Santo André, NO ANO DE 1956..

 


 

 


 



O Alaudista e Compositor Sírio Prof. Said Azar (foto de 1980) -
Um dos Precursores na difusão da Música Árabe melódica e cantada no Brasil


Said Azar, também precursor na difusão da música árabe melódica e cantada, como já dissemos, é considerado o maior alaudista árabe do Brasil na atualidade.
Atuou ao lado de muitos nomes importantes da música e dança árabes no Brasil, como, por exemplo, o bailarino Atef Issa, fundador e líder do histórico e legendário grupo de danças folclóricas libanesas Cedro do Líbano, pioneiro na divulgação das tradicionais danças libaneses pelo Brasil, como, por exemplo, o Dabke.
O conjunto de músicos de Willian Bunduki ( formado por Willian Bunduki (alaúde), Fuad Haidamus ( tabla / percussão geral ) e Kico ou Alex Bunduki ( pandeiro / percussão base), realizaram, também, diversas gravações musicais de suas apresentações na tenda árabe Bier Maza, porém, tais trabalhos, em áudio amador ou convencional, não foram postos a comercialização.
Assim, sejam tradicionais ou modernistas, podemos seguramente afirmar que todos os conjuntos árabes que surgiram posteriomente no Brasil copiaram os moldes traçados pela primeira geração de músicos árabes.
Para Vitor Abud Hiar, é certo que os novos conjuntos musicais que atuam no Brasil seguem ou procuram seguir diretamente ou indiretamente o estilo apresentado por Nabil Nagi, isto, claro, logo após a criação do Solo de Tabla por Fuad Haidamus, ainda na década dos anos 70.(trecho extraido do google).

Prezado Mário:
 
Muito obrigado por  esta mensagem pois há muito tempo queria ter notícias atualizadas do Romeu Feres que eu assistia na saudosa PRF3-TV e conheci pessoalmente no comêço da década de '60 quando ele possuia um laboratório de lentes de contato chamado Ótica Krieger que ficava em um dos andares  da Galeria Califórnia. Algum tempo depois êle mudou a sua ótica para a Av. Rio Branco esquina com Av. Ipiranga. Vendi para êle um luminoso para ser colocado em cima da porta de entrada do escritório com a razão social da firma. Lembro-me muito bem de sua simpatia a qual impressionou-me sobremaneira. Estava sempre muito bem vestido e com um simpático sorriso disponivel para todos.
Silvio Sylport

  [Livia] [http://arabesc.multiply.com]
Oi, Mário. Recentemente escrevi um texto sobre Feres. As canções de seus álbuns podem ser ouvidas em meu site (disponíveis para os associados ao multiply somente)http://arabesc.multiply.com/journal/item/145/145 Obrigada por lembrar de Feres e por mencionar o preconceito sofrido pelos árabes e descendentes. Uma parte da história que corre o risco de ser esquecida. Um abraço!









 

 




Escrito por mlopomo.zip.net às 14h17
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TODOS OS PRESIDENTES DA REPUBLICA.


Marechal Deodoro da Fonseca.
Período: 15 de novembro de 1889 a 25 de fevereiro de 1891.
Perfil: Durante a Guerra do Paraguai, serviu como capitão. Foi comandante de armas do Rio Grande do Sul. Proclamou a República em 15 de novembro de 1889. Em 25 de fevereiro de 1891, foi eleito Presidente. Renunciou em novembro do mesmo ano, e morreu um ano mais tarde, em 23 de agosto de 1892.


Marechal Floriano Peixoto.
Período: 23 de novembro de 1891 a 15 de novembro de 1894.
Perfil: O chamado "Marechal de Ferro" entrou para a Escola Militar em 1861 e participou de muitos combates, inclusive na Guerra do Paraguai. Em 1891, assumiu a vice-presidência. Assumiu o cargo de presidente com a renúncia do Marechal Deodoro.




Prudente de Moraes.
Período: 15 de novembro de 1894 a 15 de novembro de 1898.
Perfil: Dirigiu o Estado de São Paulo e a Assembleia Constituinte. Foi o primeiro presidente a ser eleito pelo voto popular.




Campos Salles.
Período: 15 de novembro de 1898 a 15 de novembro de 1902.
Perfil: O principal destaque do mandato de Campos Sales foi o saneamento das finanças do país. Em 1902, ao término de seu mandato, ele se retirou da vida pública. Voltou à cena política em 1909, como senador.






Rodrigues AlvesPeríodo:
15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de 1906.
Perfil: Rodrigues Alves governou a província de São Paulo entre 1887 e 1888. Foi ministro da Fazenda de Floriano Peixoto e Prudente de Morais. Ao término de seu mandato na Presidência, voltou a ocupar o governo de São Paulo.




Affonso Penna.
Período: 15 de novembro de 1906 a 14 de junho de 1909.
Perfil: Na continuidade das obras públicas de Rodrigues Alves, modernizou capitais e portos brasileiros, além de ampliar as redes ferroviária e telegráfica. Faleceu em 1909, 17 meses antes do término previsto de seu mandato. Assumiu, então, o vice-presidente Nilo Peçanha.




Nilo Peçanha.
Período: 14 de junho de 1909 a 15 de novembro de 1910.
Perfil: Durante o curto período de seu mandato, foi criado o Serviço Nacional de Proteção ao Índio, núcleo da atual Funai. Desencadeou-se a primeira crise da política do "café-com-leite" --São Paulo e Minas Gerais não entraram em consenso quanto ao sucessor de Peçanha.


Hermes Fonseca.
Período: 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914.
Perfil: Enfrentou Rui Barbosa na eleição, sendo eleito depois da primeira crise da política do "café-com-leite". Foi o Marechal Hermes da Fonseca que promulgou a lei do serviço militar obrigatório.




Wenceslau BrazPeríodo: 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro de 1918Perfil: Era o vice-presidente de Hermes da Fonseca e foi candidato único à eleição. Retomou a política dos governadores e esteve no poder durante toda a Primeira Guerra Mundial, momento de grande crescimento da indústria nacional.





Rodrigues Alves.
Período: 15 de novembro de 1918 a 15 de novembro de 1918.
Perfil: Apesar de eleito pelo voto direto, não assumiu o segundo mandato devido ao seu estado de saúde. Em seu lugar, assumiu o vice Delfim Moreira. Rodrigues Alves morreu no dia 16 de janeiro de 1919.





Delfim Moreira.
Periodo: 15 de novembro de 1918 a 28 de julho de 1919.
Perfil: Delfim Moreira assumiu o cargo interinamente. Porém, pelas regras constitucionais, foi realizada nova eleição, da qual saiu vitorioso Epitácio Pessoa.





Epitácio Pessoa.
Período: 28 de julho de 1919 a 15 de novembro de 1922.
Perfil: De fora do trio São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, Epitácio Pessoa tentou assegurar o apoio dos três Estados de maior peso político da época. Ainda levado por interesses rurais, o país começou a sentir o peso do urbanismo, em especial do Rio e de SP, fruto do crescimento econômico do pós-guerra. Durante seu mandato, ocorreu o levante do Forte de Copacabana.



Arthur Bernardes.
Período: 15 de novembro de 1922 a 15 de novembro de 1926.
Perfil: Foi deputado estadual, deputado federal, secretário de finanças e governador de Minas Gerais.





Washington LuísPeríodo: 15 de novembro de 1926 a 24 de outubro de 1930.
Perfil: Único candidato à presidência. Governou sob os efeitos da crise da Bolsa de Nova York, em 1929, que gerou pressões ainda mais fortes sobre o preço do café, e a ascensão de movimentos contrários à política do "café-com-leite", que tem seu ciclo encerrado com a Revolução de 1930 e a subida de Getúlio Vargas ao poder.


Escrito por mlopomo.zip.net às 19h25
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Júlio Prestes de Albuquerque.
Natural de Itapetininga (SP). 15 março 1882- faleceu em São Paulo a 9 de fevereiro de 1946.
Era o candidato do presidente Washingnton Luiz, e venceu a eleição com 1.091.709 votos, mas não tomou posse devido a eclosão de um golpe de estado, que deu posse a uma Junta Governativa que assumiu o poder até a chegada de Getulio Vargas. Julio Prestes foi o unico paulista eleito presidente da republica eleito.

 

Menna Barreto. Período:

24 de outubro de 1930 a 03 de novembro de 1930.

Perfil: Assume o poder quando da eclosão do movimento revolucionário de 24 de outubro de 1930, quando Washington Luís foi deposto e Júlio Prestes foi impedido de tomar posse como Presidente da República.









Almirante Isaías de NoronhaPeríodo:

24 de outubro de 1930 a 03 de novembro de 1930.

Perfil: Assumiu o poder e governou com a Junta Governativa.








General Augusto Fragoso.
Período: 24 de outubro de 1930 a 03 de novembro de 1930:
Perfil: Assumiu o poder e governou com a Junta Governativa.










Getúlio Vargas.
Período: 3 de novembro de 1930 a 20 de julho 1934.
Com a promulgação da constituinte de 1934.
Getúlio Vargas o segundo Período: 20 de julho de 1934 a 10 de novembro de 1937. Ai veio o Estado novo e Getulio teve o terceiro periodo. 10 de novembro de 1937 a 29 de outubro de 1945.
Perfil: Chegou à presidência com a crise da economia cafeeira e da política do "café-com-leite". Manteve-se no poder depois de 1934, eleito pela Assembleia Constituinte, até 1945, com a instituição do Estado Novo, de influência nítida do fascismo. Criou o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Deposto em 1945, com a vitória do eixo aliado contra os regimes totalitários da Europa, continuou na política, sendo eleito senador.
José Linhares.
Período: 29 de outubro de 1945 a 31 de janeiro de 1946.
Perfil: Com a deposição de Vargas em 1945, Linhares, então Presidente do Supremo Tribunal Federal, assumiu o cargo até que um novo presidente fosse eleito. Deu lugar ao general Eurico Gaspar Dutra, ex-ministro da Guerra de Getúlio.
Foi um marco na historia do Brasil. (um marco negativo) Foi um dos maiores, senão, o maior népota Brasileiro ao nomear toda sua familia para o funcionalismo publico. Seu ato teve uma razão de ser, degundo seu depoimento: "Prefiro ficar mal com a nação do que, com minha familia.


Eurico Gaspar Dutra.
Período: 31 de janeiro de 1946 a 31 de janeiro de 1951.
Quase derrotado na primeira eleição depois da ditadura Vargas pelo candidato da UDN, Brigaderio Eduardo Gomes, recorreu a Getulio, na semana final do pleito conseguindo vencer.
Perfil: Como militar, liderou a repressão ao movimento comunista no Rio de Janeiro. Durante seu governo, foi promulgada a Constituição de 1946, que devolveu a democracia ao país, depois do Estado Novo e a "constituição polaca" de Getúlio Vargas. O período também marca o alinhamento do Brasil aos EUA na Guerra Fria.




Getúlio Dorneles Vargas.
Período: 31 de janeiro de 1951 a 24 de agosto de 1954.
Perfil: Candidato pelo PTB, Getúlio Vargas voltou à Presidência ao vencer Eduardo Gomes (UDN) em 1950. Com a campanha "O petróleo é nosso", Getúlio criou a Petrobrás, que garantiu o monopólio nacional sobre a prospecção, a lavra, o refino e o transporte do produto. Teve dias tumultuosos depois do atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, seu ferrenho adversario. Até se sentir traido e tido um ato de desespero suicidando-se.




Café FilhoPeríodo: 24 de agosto de 1954 a 11 de novembro de 1955.
Perfil: Foi deputado federal PSP (RN) e vice-presidente.
Com a morte de Getúlio Vargas, assumiu o governo.
Em 1955, devido a problemas de saúde, foi substituído por Carlos Luz, então presidente da Câmara.








Carlos Coimbra da Luz
Período: 8 de novembro de 1955 a 11 de novembro de 1955.
Perfil: Presidente da Câmara, assumiu interinamente a Presidência da República por dois dias. Foi afastado do poder por conspirar contra a democracia insuflado pelo jornalista Carlos Lacerda. Tanto ele como seu Staff foi acuado em alto mar no navio cruzador Tamandaré, alvo da artilharia do exercito brasileiro sob o comando do general Henrique Dufles Teixeira Lott.






Nereu Ramos.
Natural de Lages (SC)- a 3 de setembro de 1888.
Período: 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956
Perfil: Foi deputado federal, governador de Santa Catarina, interventor e também presidente da Assembleia Constituinte.
Como presidente do senado assumiu o governo quando do afastamento do vice Café Filho, e a prisão do presidente interino Carlos Luz.
Foi Presidência da República por menos de dois meses e entregou o cargo a Juscelino Kubitschek, 31 de Janeiro em 1956. Terminou ai a turbulenta crise politica, que teve inicio em agosto de 1954.





Escrito por mlopomo.zip.net às 19h21
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Juscelino Kubitschek de Oliveira.
Período: 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de 1961
Perfil: Foi prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Trouxe a indústria automobilística ao status que ocupa hoje no país, dando privilégio ao sistema rodoviário em detrimento do transporte ferroviário e hidroviário. Construiu Brasília. Foi senador por Goiás depois de deixar a Presidência. Foi o presidente sorriso, governou o país no apogeu da democracia. Era o chamado pé de valsa, era o virtual candidato a presidencia da republica em 1965, mas teve os direitos políticos cassados em 1964.
Faleceu em circunstancia tragica num desastre automobilistico na via Dutra, em 22 agosto de 1976.



Jânio da Silva Quadros
Período: 31 de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961.
Natural
Perfil: Foi vereador em São Paulo, deputado estadual, prefeito de São Paulo, governador do Estado e deputado federal pelo Paraná.
Em 25 de agosto de 1961, surpreendeu o pais renunciando.
A tradicional postura populista de Jânio, apartidário, acima dos partidos, justiceiro e adversário da corrupção, comprometido apenas com o povo fez dele o presidente com o maior número de votos até então.

Jânio Quadros nasceu em 25 de janeiro de 1917, em Campo Grande, Mato Grosso, filho de paranaenses de classe média. Estudou em Curitiba e em São Paulo, para onde se mudou na década de 30. Formou-se em direito em 1939, trabalhou como advogado na capital paulista antes de entrar para a vida pública. Foi eleito vereador em 1947, deputado estadual em 1950, prefeito de São Paulo em 1953 e governador em 1954.





Pascoal Ranieri Mazzilli, Natural de caconde (SP) nasceu a 27 abril e, faleceu em 21 de abril de 1975. Foi advogado, Jornalista e politico brasileiro. De acordo com o artigo 79 da constituição de 1946, como presidente da camara federal, assumiu a presidencia da republica, na vagancia do poder, no espaço entre a renuncia de Jânio Quadros e a volta do vice presidente João Goulart que estava em missão oficial na China.

Ranieri Mazzilli, empossa o vice presidente João Goulart, em 8 setembro de 1961.
João Belchior Marques Goulart
Período: 8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964.
Perfil: Foi deputado federal, ministro do trabalho do governo Getulio Vargas.
Foi eleito vice-presidente em dois mandatos consecutivos, com Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros.
Nesse período, o país passou por uma turbulência política, inclusive com a instituição temporária do parlamentarismo.
Não contente com o parlamentarista que tirava parte do seu poder realizou um plebiscito em janeiro de 1963, obetendo mais de 70% de apoio do povo. Tomou posse no regime presidencialista em 24 de janeiro de 1963 porem não chegou ao final do seu mandato.
O movimento militar vitorioso de 31 de março de 1964 depôs o presidente João Goulart, que deixou imediatamente o país. No dia 02 de abril de 1964, o Congresso Nacional declarou a vacância da Presidência da República.
Mais uma vês Ranieri Mazzilli, assumiu o poder em caráter provisório até a posse do primeiro presidente militar Castelo Branco, em 2 de abril de 1964.
Marechal Humberto de Alencar Castello Branco.
Natural de Messejana (CE) 20 de Setenbro de 1897.
Período: 15 de abril de 1964 a 15 de março de 1967.
Perfil: Chegou ao governo com a deposição de João Goulart, num golpe que liderou, e que deu início à ditadura militar no Brasil.
Editou o primeiro Ato Institucional e também a Lei de Segurança Nacional.
Foi chefe do Estado-Maior do Exército, (1963) nomeado pelo então presidente da República João Goulart. Sendo ele um dos principais militares a depor o presidente que o nomeu há um alto cargo no governo.
Faleceu em 18 de julho de 1967, em seu estado o Ceará, num desatre de avião.
Um super sônico da aeronautica pilotado por um jovem militar, jogou por terra o avião cesna do ex presidente, quatro meses depois de deixar o poder.


Marechal Artur da Costa e Silva.
Período: 15 de março de 1967 a 31 de agosto de 1969:
Foi Ministro da Guerra no governo de Castello Branco.
Na crescente linha dura, continuou a editar Atos Institucionais para fortalecer o Executivo, inclusive o enfadonho AI-5, em 1968.
Era um homem muito engraçado, quando de seus pronunciamentos. Tinha gente que adorava ouvi-lo. Em 1967 em que ele praticamente fazia uma palestra, escrevendo numa lousa, como se fosse um professor, disse que um seu acessor, veio assustado dizendo que o governo da Holanda tinha suspendido todos os carregamentos ao Brasil por causa de taxas ou impostas. Então ele disse ao seu acessor: temos mercadorias para enviar a Holanda? A resposta foi afirmativa. Então suspenda todos os embarques.
Dois dias depois o governo Holandez recuou dizendo que tinha sido um mal entendido. Afastou-se do cargo devido a uma doença, e falaceu em 17 de Dezembro de 1969.
General Aurélio Lyra Tavares.
Natural de João Pessoa, nasceu a 7 de Novembro de 1905. Faleceu no Rio de Janeiro, em 18 de novembro de 1998.
Formou o trio da junta militar com a doença do presidente Artur da Costa e Silva, em 31 de agosto de 1969. Era o ministro do Exército.
Pela constituição quem deveria assumir era o vice presidente Pedro Aleixo. Jurista que foi o autor da reforma constitucional de 1967.
Pelo fato de ser um civil, não teve sua posse confirmada, e essa junta governou até a eleição pelo congresso confirmou o general Emilio
Garrastazu Medici.



Escrito por mlopomo.zip.net às 19h14
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Almirante Augusto Rademaker.
Período: 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969
Perfil: Como ministro da Marinha, assumiu o governo com a Junta Militar por força do Ato Institucional nº 12, de 1969, durante o impedimento temporário do presidente da República.


Brigadeiro Márcio Mello.
Período: 31 de agosto de 1969 a 30 de outubro de 1969
Perfil: Como ministro da Aeronáutica, assumiu o governo com a Junta Militar por força do Ato Institucional nº 12, de 1969, durante o impedimento temporário do presidente da República.
Na linguagem popular e pela raiva da ditadura esse trio que governou o pais por pouco tempo, foi chamado de "os três patetas".






General Emílio Garrastazu Médici
Período: 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974
Perfil: O período de seu governo ficou conhecido como "os anos negros da ditadura", subseqüentes ao AI-5.
Gostava de futebol e o tricampeonato mundial de futebol marcou o governo do
presidente que gostava de ir ao maracanã com radio portatil no ouvido.
Em seu governo teve o slogan de o "milagre econômico", cujos índices econômicos começaram a declinar em 1973 com a crise do petróleo.
A repressão endureceu, e foi criado o slogan: "Brasil, ame-o ou deixe-o".
General Ernesto Geisel
Período: 15 de março de 1974 a 15 de março de 1979
Perfil: Criou o ministério da Previdência Social, a Secretaria de Planejamento e o Estado de Mato Grosso do Sul. Teve arduo trabalho com a crise internacional do petroleo. Mas apoiou as alternativas para a substituição da gasolina como combustivel, quando foi criado o proalcool.
Revogou o AI-5. Deu início ao processo de reabertura política "lenta, segura e gradual". Lançou o Pacote de abril, fechou o Congresso e criou o chamado "senador biônico".
Foi o unico presidente a nomear o candidato a sua sucessão, o que lhe criou dor de cabeça no alto comando do exercito, e teve que punir severamente os revoltosos. Tinha autoridade.

 

 

General João Baptista FigueiredoPeríodo: 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985
Perfil: Preferido do general Ernesto Geisel (1974-1979), Figueiredo era chefe do SNI (Serviço Nacional de Inteligência) quando foi indicado pela Arena para a Presidência. Enfrentou o movimento das Diretas Já.
Apesar de ser mais um militar no poder, disse em sua posse que ia fazer do pais uma democracia. Teve sérios problemas no inicio com a linha dura do poder. Bombas explodiram e muita gente morreu ou ficou mutilada. Num discurso, ele disse que jogassem as bombas em sua cabeça e não na de inocentes. Teve sérios problemas de saúde sendo substituído por alguns meses pelo vice Aureliano Chaves. No movimento das diretas já deixava transparecer que estava torcendo para que o movimento fosse vitorioso. Deixou o poder pela porta do fundo para não passar a faixa para SARNEY.

 

 

Tancredo Neves.
Perfil: Eleito presidente da republica pelo colégio eleitoral, adoeceu na véspera de sua posse, marcada para o dia 15 de fevereiro de 1985. Depois de tristes 38 dias em que o boletins medicos não mostravam sua melhora da infecção que se generalizou, sua morte foi declarada no dia 21 de abril de 1985.


José Sarney. (José Ribamar Ferreira de Araújo Costa)
Período: 15 de março de 1985 a 15 de março de 1990.
Perfil: Formado em Direito. Em 1958, ingressou na UDN (União Democracia Nacional). Foi eleito governador do Maranhão em 1965.
Com a extinção dos partidos pelo AI-5, ingressou na Arena, partido do governo militar. Em 1970, publicou seu primeiro livro de contos, "Norte das Águas". Assumiu a presidência da República com a morte de Tancredo, em 21 de abril de 1985.
Fez um governo considerado medíocre, tendo se destacado no inicio de 1986 quando foi decretado o plano cruzado, em que congelou os preços por 12 meses. Quando sentiu que o PMDB, partido que nunca foi sua cara se mostrou contra o plano, ele pediu ao povo que fosse o seu fiscal. Alguns exageros aconteceram com prisão de alguns gerentes de super mercado. E ele ficou sendo um autentico Deus, por pelo menos oito meses. Depois que o plano estourou, ele voltou a ser simplesmente o Sarney, que tomou posse com a morte de Tancredo, com os olhos do dia anterior. Quando o pais pediu para ele sair antes da hora, lutou bravamente para ficar pelo menos um ano mais, e conseguiu seu intento. E seu mandato de seis anos ficou por cinco.


Fernando Collor.
Período: 15 de março de 1990 a 2 de outubro de 1992.
Perfil: Primeiro presidente civil eleito por voto direto desde 1960 no Brasil. Carioca, fez carreira política em Alagoas. Elegeu-se deputado federal pelo PDS (Partido Democrático Social), em 1982. Pelo PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), foi eleito governador de Alagoas em 1986. Renunciou à Presidência da República em 2 de outubro de 1992 em meio a denúncias de esquemas de corrupção. Nesse periodo, fechou os olhos quando seu amigo Paulo Cesar de Farias, dilapidava o país, mesmo renunciando minutos antes da sessão plenarioa que ia confirmar seu afastamanto, teve seus direitos politicos suspenso por 8 anos.


Itamar Franco.
Período: 2 de outubro de 1992 a 1º de janeiro de 1995.
Perfil: Vice-presidente eleito 1989, assumiu a Presidência depois da renúncia forçada de Fernando Collor. Formou-se engenheiro e foi duas vezes prefeito de Juiz de Fora (MG) pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Também foi senador por Minas Gerais em 1974 e em 1982 e governador deste Estado em 1998. Detalhe era muito bem quisto pelo povo que o chamava de topete. Para deixar sua namorada contente mandou a Wolksvagem reconstruir o Fusca. Saiu do poder sob aplausos, roubando a cena da posse de seu sucessor Fernando Henrique Cardoso.

 

 


Fernando Henrique CardosoPeríodo: 1º de janeiro de 1995 a 1º de janeiro de 1999
Perfil: Nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se para São Paulo aos 8 anos. Formou-se em Ciências Sociais na USP (Universidade de São Paulo) e fez pós-graduação na Sorbone (França). Tem 24 livros publicados. Exilado durante a primeira fase do golpe militar, retornou ao Brasil em 1968.
Foi senador em 1983, no lugar de Franco Montoro (PMDB) e em 1986. Participou da fundação do PSDB, e nesse mesmo ano foi reeleito senador da republica por São Paulo. Assumiu o ministério das Relações Exteriores e da Fazenda durante o governo de Itamar Franco, num periodo dificil da politica brasileira, depois do afastamento do presidente Collor.
Fernando Henrique Cardoso, segundo mandato - Período: 1º de janeiro de 1999 a 1º de janeiro de 2003.
Perfil: Sem adversários fortes --enfrentou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PPS) e Enéas (Prona), FHC contou em sua reeleição ainda com reflexos do Plano Real e da crise econômica na Rússia, que repercutiu nas economias de países em desenvolvimento e alçou-o à condição de alternativa mais segura.

Luiz Inácio Lula da SilvaPeríodo: 1º de janeiro de 2003 a 1º de janeiro de 2007Perfil: Lula começou sua trajetória como líder sindical em 1972, quando foi eleito primeiro secretário do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema. Apenas três anos depois de tornou presidente da entidade e ganhou projeção nacional ao comandar gigantescas greves e ser preso. Participou da fundação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e do PT (partido dos Trabalhadores). Antes de vencer as eleições presidenciais de 2002, foi derrotado em três ocasiões: em 1989 perdeu para Fernando Collor de Mello e, em 1994 e 1998, para Fernendo Henrique Cardoso.

Luiz Inácio Lula da Silva Período: 1º de janeiro de 2007 - Segundo mandato.
Perfil: Enfrentou o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) no segundo turno e foi reeleito com 60,8% dos votos válidos.


2011 a 2015...?







Escrito por mlopomo.zip.net às 19h04
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AFONSO ARINOS

Afonso Arinos de Melo Franco, nasceu em 27 de Novembro de 1905, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Casou-se com Ana Guilhermina Rodrigues Alves Pereira (neta do presidente Rodrigues Alves) com quem teve dois filhos.
foi jurista, professor, político, diplomata, jornalista Historiador, escritor, ensaísta, memorialista e tambem critico.

Formou-se em 1927 na faculdade de direito do Rio de Janeiro (UFRJ) começando a carreira, como promotor de justiça da comarca de Belo Horizonte.Em 1946, foi nomeado professor de historia do Brasil do instituto Rio Branco, instituto esse responsável pela formação e aperfeiçoamento profissional dos diplomatas de carreira do governo brasileiro.

Foi catedrático de direito constitucional na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na universidade do Brasil. Na política ele iniciou em 1947, quando foi eleito federal por Minas Gerais em três legislaturas de 1947 a 1958. Foi líder da União democrática Nacional até 1956, e depois líder do bloco da oposição ao governo de Juscelino Kubitschek.

Dois fatos, sobretudo, marcaram fortemente a sua presença na câmara dos deputados foi autor da autoria da lei contra a discriminação racial, que tomou o seu nome (Lei Afonso Arinos), n. 1.390, de 3 de julho de 1951.
Afonso Arinos era um político pertencente a UDN (união democrática nacional) foi um ferrenho adversário de Getulio Vargas.
Em 8 / 8 / de 1954, fez um discurso forte contra o presidente: Ele pedia o afastamento do presidente Getulio, e entendia que aquele era o dispositivo jurídico para afastar a possibilidade de subversão, anarquia e golpe contra as instituições democráticas.
Dias antes ouve um atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, que redundou na morte do major da aeronáutica
Ruben Florentino Vaz,
que fazia sua segurança, num rodízio criado pela aeronáutica para proteger o jornalista.
Uma severa investigação, por parte da policia estadual e da aeronáutica, ficou-se sabendo que o mandante do crime era Gregório Fortunato, chefe da segurança de Getulio.
Afonso Arinos fez então um discurso mais forte, dizendo: Senhor Getulio Vargas: - Tenha a coragem de perceber que seu governo é hoje um estuário de lama e um estuário de sangue.
Quinze dias depois do seu discurso o presidente, Getulio Vargas suicidou-se no palacio do catete.

Em 1958 Afonso Arinos foi eleito para a academia brasileira de letras. Quinto ocupante da Cadeira 25, eleito em 23 de janeiro de 1958, na sucessão de José Lins do Rego e recebido em 19 de julho de 1958 pelo Acadêmico Manuel Bandeira. Recebeu os Acadêmicos Oscar Dias Corrêa, Otto Lara Resende, Antonio Houaiss e Guimarães Rosa.


Virou senador, já que foi eleito pelo antigo distrito federal, hoje Estado do Rio de Janeiro. Permaneceu no senado até 1966, mas afastou-se duas vezes do cargo para assumir o ministério das relações exteriores no governo Jânio Quadros. Ficou no cargo até a renuncia do presidente. Nesses oito meses desenvolveu uma política externa independente dos estados Unidos marcada pela aproximação de países socialistas e pela condenação do colonialismo na África e na Azia.

Afonso Arinos compreendeu a importância de buscar a eqüidistância para a afirmação do interesse nacional e da soberania brasileira, isso marcou profundamente a nossa política exterior. Quando a renuncia foi oficializada, chamado a dizer algo a respeito, limitou-se a dizer: Jânio foi a UDN de porre!
Quando da crise institucional para a volta de João Goulart, aquela conversa de deixa ou não tomar posse no lugar de Jânio Quadros, foi ele Afonso Arinos que encaminhou a emenda parlamentarista que garantiu a posse do até então vice presidente João Goulart.
Em 1964 estava ao lado dos que derrubaram o presidente João Goulart, e foi um dos fundadores da Arena partido político do governo militar enquanto perdurou o bi partidarismo, e saiu da política quando percebeu que o Brasil partia para uma ditadura.

Só voltou ao congresso em 1987 pelo PFL do Rio de Janeiro, como senador constituinte. Na assembléia nacional constituinte, foi o referencial a todos os demais parlamentares pela sua experiência e determinação pelas causas da democracia.
Autor na área de direito. Política historia e literatura, sendo considerado um dos grandes intelectuais brasileiro, morreu aos 85 anos, em 27 de agosto de 1990, em pleno exercício do mandato de senador.


Escrito por mlopomo.zip.net às 12h37
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Tarsila do Amaral
Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Era neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em razão da imensa fortuna que acumulou abrindo fazendas no interior de São Paulo. Seu pai herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais Tarsila passou a infância e adolescência.
Estuda em São Paulo no Colégio Sion e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente estuda desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Em 1920 embarca para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Frequenta também o ateliê de Émile Renard. Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista. Faz parte do “grupo dos cinco” juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia.

Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Embora não tenha sido participante da “Semana de 22” integra-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.

Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas. Estuda com Albert Gleizes e Fernand Léger, grandes mestres cubistas. Mantém estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visita o Brasil em 1924. Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo ano com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a tela e cria o Movimento Antropofágico.


                                                                                Abaporu — 1928óleo/tela 85 X 73cmAssin.:"11-1-1928",aniversário de Oswald de Andrade

É deste período a fase antropofágica da sua pintura. Em 1929 expõe individualmente pela primeira vez no Brasil.



                                                                                                              Antropofagia — 1929 óleo/tela 126 X 142cmAssin.:"Tarsila 29"


Separa-se de Oswald em 1930. Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil.
No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes. Passa a viver com o escritor Luís Martins por quase vinte anos, de meados dos anos 30 a meados dos anos 50. De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.

Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

                                                                                                           Carnaval em Madureira — 1924óleo/tela 76 X 63cmAssin.:"Tarsila 24"

                                           O Pescador — 1925 / óleo/tela 66 X 75cm,Assin.:"TARSILA"Col. Mus. Hermitage S. Petersburgo
Estudo (Nú) — 1923 óleo/tela 61 X 50cmAssin:"Tarsila 1923"Col. Saul Libman
                                                 A Família — 1925 / óleo/tela 79 X 101,5 com assinatura: "Tarsila" Col. Torquato Sabóia Pessoa, SP
                                                     Morro da Favela — 1924óleo/tela 64 X 76cmAssin:"Tarsila 1924"Col. João Estéfano, SP


  12/11/2009 16:24 - publicado por mlopomo.zip.net  [ Alterar ]   [ Excluir ]  

Tarsila por Tarsila.

Tarsila neta, fala da sua avó, a grande pintora, Tarcila do Amara biografia familiar da maior pintora brasileira - O livro escrito pela homônima Tarsila do Amaral, sobrinha-neta da pintora, chega às prateleiras pela editora Celebris - Todos os baús, caixas e gavetas foram abertos, mexidos e remexidos. Durante cinco anos, mais de 15 entrevistas com familiares e amigos próximos foram realizadas, cursos de História da Arte, arquivos de jornais e revistas pesquisados. Agora, Tarsila do Amaral, sobrinha-neta da modernista, lança Tarsila por Tarsila livro que retrata de forma simples o dia-a-dia da pintora, ora humanizando o mito - expondo seu olhar caipira sobre Paris, por exemplo -, ora mostrando pelos detalhes o que fez dela o maior nome da pintura brasileira de todos os tempos. "Sempre tive muito orgulho do meu nome. Desde pequena eu sabia que era em homenagem à minha tia-avó. Não achava estranhos aqueles quadros antropofágicos; pelo contrário, meus olhos brilhavam ao contemplá-los, e até hoje me lembro onde eles ficavam expostos no apartamento dela", conta a autora na apresentação do livro, com a naturalidade que só quem esteve perto de um mito pode ter. Até os oito anos, para Tarsila-sobrinha, a Tarsila-tia era apenas mais um familiar, ainda não era Tarsila do Amaral.
É esse olhar próximo que joga luz às simplicidades que por vezes os artistas e seus biógrafos tendem a esconder. Cartas e mais cartas enviadas pela artista para os pais e para a filha são preciosos relatos históricos de uma época, porém mais ainda de uma personalidade extremamente vaidosa:
"Fui lindamente vestida com um Patou, com um chapéu de 350 francos muito lindo. Estive, um dia antes, num jantar dos artistas do Salão das Tulherias. Muita gente. Artistas de valor e outros medíocres. Estreei o meu vestido amarelo de Chez Patou. Parecia uma rainha. Todos os olhares convergiam para mim, conta a artista aos pais em correspondência pela primeira vez transcrita." Não se trata, porém, de um livro epistolar. Tarsila por Tarsila é um quebra-cabeças de épocas e histórias - pessoais e públicas - que pela primeira vez mostra fatos e passagens da vida de Tarsila do Amaral (1886 - 1973) vividas com intensidade pela artista, que na época foram divididas apenas com os mais próximos. As imagens - A biografia de uma artista plástica não poderia ser contada apenas por palavras. Muitas imagens também fazem parte do livro.


Escrito por mlopomo.zip.net às 10h35
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TURISMO CEMITERIAL
Entrada do Cemitério da Consolação(rua do mesmo nome), o mais visitado como passeio turístico. Verdadeiras obras de arte são encontradas nesse cemitério. Escultores, como Victor Brecheret , Luigi Brizzolara e Galileu Emendabili, construíram obras de encantar até mesmo quem nunca foi adepto de estatuas. Nos dias em que não se cultua homenagem aos mortos (finados) a maioria dos que visitam o cemitério da Consolação vão mais, atraídos pelas belas esculturas.


No inicio dos anos 1960, o dia de finados era um dia de muito respeito aos mortos. Esse dia era cultuado como se fosse uma Sexta Feira Santa. A demanda aos cemitérios era tanto que os congestionamentos eram grandes, devido às ruas estreitas embora o numero de carros fosse bem menor do que hoje. A, maioria, das pessoas iam de ônibus, e a CMTC a empresa que tinha o monopólio do transporte coletivo da cidade de São Paulo, desviava muitos veículos de outras linhas para reforçar os trajetos em que estavam os cemitérios. Os veículos tinham uma placa no vidro dianteiro dizendo a que cemitério servia. Muitas vezes em duas ou mais necrópoles.
Na zona oeste os cemitérios uns bem perto dos outros, faziam que um ônibus servia a vários.

Na rua da Consolação está o cemitério com o mesmo nome da rua. É o “campo santo” mais visitado por pessoas que vão apenas como turistas que gostam de ver grandes obras de arte. Estatuas maravilhosos e túmulos suntuosos, ou então como curiosos para ver tumulo de pessoas famosas que lá estão enterrados, como Monteiro Lobato, santo Agostinho da Rocha Marmo (um dos mais visitados) e sempre florido, onde varias pessoas se ajoelham e oram pedindo uma graça. O tumulo tem placas de agradecimentos de graças alcançadas.


Na rua da Consolação está o cemitério com o mesmo nome da rua. É o “campo santo” mais visitado por pessoas que vão apenas como turistas e que gostam de ver grandes obras de arte. Estatuas maravilhosos e túmulos suntuosos, ou então como curiosos para ver tumulo de pessoas famosas que lá estão enterrados, como Monteiro Lobato, Santo Agostinho da Rocha Marmo (um dos mais visitados) e sempre florido, onde varias pessoas se ajoelham e oram pedindo uma graça. O tumulo tem placas de agradecimentos de graças alcançadas.



Escrito por mlopomo.zip.net às 23h21
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Ainda no cemiterioda Consolação, tem o espaço reservado ao acendimento de velas às almas.
É um espaço reservadi a religião da Umbanda, mas pessoas de diversas religiões para lá vão orar e acender velas, a seus entes queridos.
















 

Na Cardeal Arco Verde, estava o cemitério São Paulo, e mais adiante na Rua doutor Arnaldo, o cemitério do Araçá. Na zona norte estava o de Vila Nova Cachoeirinha.
Na zona Leste quem ia em frente passava pelo cemitério da Água Rasa. E mais à frente o maior cemitério da América latina o de Vila Formosa, uma verdadeira cidade.
Já na zona Sul estava o cemitério de campo grande na Avenida Nossa senhora do Sabará, que era uma rua estreita chamada de estradinha a caminho da Pedreira, com terra vermelha dos dois lados, Quando chovia era respingo de água barrenta, e quando não aquele poeirão. Muita gente por superstição ai com terno branco e chapéu Panamá também branco. Na volta estava mais vermelho, do que nunca.
Nos cemitérios mais antigos como o Araçá, Consolação e São Paulo estavam túmulos, que eram verdadeiras obra prima de fazer inveja ao artista aleijadinho. Muita gente ia aos cemitérios nos dias que não ia muita gente só para ver essas verdadeiras obras primas. No cemitério do Araçá, observa-se verdadeiras obras de encher os olhos de qualquer um. Muitas dessas obras tiveram a participação de meu pai, marmorista de mão cheia, que trabalhava ali perto desse cemitério na marmoraria Caggiano. Em muitas ocasiões eu o acompanhava para ajudar em pequenos serviços lá no Araçá e ficava encantado com aqueles monumentais túmulos.
Muita gente ia também cultuar pessoas famosas do passado. No cemitério da Consolação estavam, Adhemar de Barros, mais tarde sua esposa dona Leonor Mendes de Barros, Monteiro Lobato, Antoninho da Rocha Marmo, tido como Santo, e ao lado uma menina que era muito cultuada também pelos espiritualistas. O nome dessa menina não me ocorre agora, mas estive em seu tumulo há anos atrás e pude ver muitas pessoas que lá foram por causa dela. Não estou falando de Izildinha, que estava no cemitério São Paulo trazido de Portugal, e depois levado para a cidade de Monte Alto, em 1958, onde foi construído um mausoléu para ela na praça da cidade.
(http: //www. montealto. sp. gov. br/index. php? url=turismo/izildinha http: //wikimapia. org/726526/pt/)

Logo ao entrar pelo portão principal do cemitério São Paulo, Rua Cardeal Arco Verde, você vê a escultura de Alfredo Oliviani, Rua Cardeal Arco Verde. ULTIMO ADEUS

No cemitério São Paulo também tem o mausoléu reservado as ex-atletas de todos os esportes, inclusive a alguns futebobolistas, lá se encontra os restos mortais de Frienderech grande jogador da década de 1930 do Clube Atlético Paulistano, e de Ponce de Leon, jogador que se destacou no São Paulo F C e no Palmeiras sendo campeão mundial de Clubes em 1951 a taça RIO. Fez parte da campanha das cinco coroas títulos seguidos conseguido pelo Palmeiras.

Mausoléu dos atletas das muitas modalidades esportivas
















Símbolos das federações no mausoléu dos atletas amadores e profissionais.

Tufy, goleiro do S C Corinthians dos anos 1930, esta sepultado no cemitério São Paulo.
Ele fez parte do trio final, Tufy, Grané e Del Debio.




















 

 

 

Também muitos dos heróis da revolução constitucionalista de 1932, estão sepultados no cemiterio São Paulo..

Cemitério da Vila Formosa abrigará parque e museu
Plantão Publicada em 31/10/2006 no jornal -



Diario de São Paulo por - Plínio Delphino.
SÃO PAULO - Uma área de 95 mil m² dentro do Cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, começou a ser trabalhada pelo Serviço Funerário Municipal para ser um imenso parque, composto de mais de 50 espécies de árvores e que prevê espaço para caminhadas, estradas margeadas por flores, formando um habitat natural para aves e borboletas. O projeto paisagístico, que está em fase final de licitação, deve ser concluído na metade do próximo ano. Na área onde as árvores do parque contemplativo do Vila Formosa estão sendo plantadas não se pode abrir túmulos. Segundo o diretor do Departamento de Cemitérios do SFM, Gilberto Pascom, o Vila Formosa tem cerca de 100 mil sepulturas, distribuídas em 763 mil m². Diariamente são realizados cerca de 30 enterros no local.
- Nesses 95 mil m² destinados ao parque, há lençol freático no subsolo e, por isso, não é possível fazer túmulos - diz.
Uma segunda fase do projeto-piloto é construir no Vila Formosa um museu histórico-tumular da cidade.
- Reuniremos relíquias, obras de arte de túmulos que remontarão história de outras épocas, sua arquitetura e arte - diz Caldeira.
Os objetos a serem expostos virão de túmulos abandonados por famílias e retomados pela Prefeitura. Atualmente, há 300 túmulos de interesse para o museu

Cemitério de Vila Formosa é considerado o maior da America Latina. É uma área de 95 mil m² dentro do Cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, a Avenida João XIII. Começou a ser trabalhada pelo Serviço Funerário Municipal para ser um imenso parque, composto de mais de 50 espécies de árvores e que prevê espaço para caminhadas, estradas margeadas por flores, formando um habitat natural para aves e borboletas. O projeto paisagístico, que está em fase final de licitação, deve ser concluído na metade do próximo ano. Não é possível a construção de túmulos pelo fato de no cemitério haver um lençol freático o que poria abaixo qualquer construção mais pesada.


No cemitério de Vila Formosa são sepultados também indigentes e muitas pessoas assassinadas que a família não procuravam, e ali foram enterrados. Foi o caso do guerrilheiro e ex deputado federal Carlos Marighela, na cova ao lado tambem o cidadão de origem alemã que furou o bloqueio da policia e foi fuzilado pelas forças de segurança, em novembro de 1969.

                                                                                                       CEMITÉRIO DE CAMPO GRANDE - REGIÃO DE SANTO AMARO


No cemitério de campo Grande na zona Sul está enterrado o grande prefeito José Vicente de faria Lima, Um tumulo simples como era simples aquele Carioca de Vila Izabel.
Na tampa de quase dois metros tinha uma colher de pedreiro e uma Rosa, símbolo de sua administração. Hoje não mais existe aquele simbolo de sua administração. Não se sabe porque foi tirado. Era tambem o tumulo mais visitado por muitos anos consecutivos. Hoje mais parece um tumulo abandonado.









 







Alem do saudoso prefeito, Faria Lima, falecido em 4 de setembro de 1969, tambem sua esposa dona Yolanda Faria Lima, falecida no ano de 1980, tambem ai esta enterrada.






Seu tumulo é bastante simples como simples ele sempre foi mesmo estando com enorme popularidade devido a sua grande admisnistração.




No Campo Grande também esta o mausoléu dos soldados da policia militar.




NO CEMITERIO DE CAMPO GRANDE SÃO ENTERRADOS OS HEROIS DA POLICIA MILITAR QUE TOMBAM EM DEFESA DA POPULAÇÃO.

















No extremo sul da zona sul da cidade de São Paulo, existe o antigo "cemitério dos colonos Alemães de Santo Amaro", denominado atualmente de "cemitério de Colônia". Ali, em singelos túmulos, estão sepultados os restos mortais dos primeiros colonos Alemães do Estado de São Paulo. O cemitério data de 1829, sendo, portanto, talvez o mais antigo ainda existente em São Paulo. Está no Bairro da Colônia Paulista, Distrito de Parelheiros.
Depois os cemitérios passaram a ter outro formato. A começar pelo cemitério Guetsemani, (Morumbi) que não possuí túmulos suntuosos, e sim somente uma área gramada, onde o túmulo tem somente uma placa de bronze, indicando o nome da pessoa, e o numero do local em que está enterrado.





O cemitério do Morumbi é outro que também é um enorme gramado, lá este enterrado o campeão mundial de automobilismo, Ayrton Senna.
É talvez, o tumulo mais visitado de todos os que aqui foram relacionados. Numa área especifica a ele em circulo, sempre tem bilhetes cartas fotos e bandeira brasileira levado pelos fãs. Principalmente no dia primeiro de Maio. Data em que ele faleceu.
Lá também foi enterradoem junho de 2006 o locutor da torcida brasileira Fiori Gigliotti. Meu chefe, amigo e companheiro do departamento de esportes da Radio Bandeirantes, nos anos 1970.



Escrito por mlopomo.zip.net às 23h19
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Elpidio dos Santos

Elpídio dos Santos nasceu em São Luiz do Paraitinga, em 14 de janeiro de 1909. Seu pai, Benedito Alves, era maestro da Banda Santa Cecília, na mesma cidade. Foi nesse ambiente saudavelmente contaminado pela música, que Elpídio dos Santos passou a infância e começou a descobrir o gosto pelas harmonias, ritmos e melodias.
Passou em São Luiz do Paraitinga a adolescencia e a primeira juventude.

Foi apontador de jogo do bicho, funcionário de cartório e finalmente bancário. Ingressou na agencia local do antigo Banco Vale do Paraiba. Mas a musica estava definitivamente incorporada em sua vida. Elegeu o violão como instrumento preferido, mas não fazia feio com outras cordas e sopros. Arranhava o piano. Era um excelente professor. Galante e boêmio, embora não gostasse de álcool. Tinha a estranha mania de não beber nada que viesse em garrafas

Nessa época já era querido na cidade, por seu bom coração e pela qualidade de suas composições. Suas músicas eram executadas pelo coro da Igreja Matriz, nas escolas em que também foi professor, pelas bandas, nos teatros e nas reuniões sociais.
À São Luiz do Paraitinga que inspirou seu talento, retribuiu com sua poesia e uma obra musical da melhor qualidade. Foi nessa cidade que conheceu Mazzaropi, então um ilustre desconhecido que viera se apresentar em um circo. Depois do primeiro espetáculo, Elpídio dos Santos tocou violão a noite toda e, a partir dali, ficaram amigos até a morte. Quando Mazzaropi começou a produzir seus filmes, chamou Elpídio para encarregar-se das trilhas sonoras.
Cinira Pereira dos Santos agora com 82 anos mostra o retrato de Elpidio, muitos anos de vida em comum sempre participando das atividades do marido.
Elpídio se casou com Cinira Pereira dos Santos e transferiu-se para São Paulo, “Foi a mulher de sua vida. Convocado pelo banco que trabalhava e, que tinha a denominação de Banco Novo Mundo, aqui em São Paulo. Morava no conjunto bancario a Rua Santa Cruz na Vila Mariana, onde era muito querido.
Apesar de trabalhar em periodo integral, não parou de compor e nem de dar aulas de violão. Em São Paulo ainda teve tempo de estudar na escola Paulista de Canto Orfeonico. Compositor multifacetado e músico fino.
O mestre compôs sambas, toadas, foxes, guarânias; escreveu dobrados para bandas, arranjos para coros de igreja e músicas para filmes de Amácio Mazzaropi.
Elpídio dos Santos fez de tudo um pouco, inclusive esculturas e telas, além de letras e músicas. Faria muito pouco sem sua esposa Cinira.”
Elpídio faleceu em 3 de setembro de 1970, deixando mais de mil composições – todas catalogadas e preservadas pela família.
Texto: Wikipédia, a enciclopédia livre

fotos - ag.estado.










Paulo Celso o filho mais novo e Maria Aparecida (A Parê) ajudam a mãe dona Nira a conservar o acervo deixado por Elpidio dos Santos. Parê cantou a musica do pai no grupo Paranga. Ela dá continuidade ao trabalho deixado por ele como educadora. Parê confirma que há muitos músicos bons em São Luiz, mas Elpidio foi o corajoso que foi batalhar em São Paulo nos anos 1950. Naquela época não era fácil.
Ele fez muito por São Luiz e é muito considerado, também bastante respeitado. Hoje o instituto que leva o nome do compositor e tem um projeto chamado “Elpidio na sala de aula” que segundo Parê, esta dando muito certo.


O repórter , Lauro Lisboa Garcia do jornal O Estado de São Paulo foi a São Luiz do Paraitinga, onde numa casa imensa de janelas e portas verdes mora dona Cini
Cinira Pereira dos Santos, esposa do grande compositor Elpidio dos Santos (1909-1970).
Daí por diante uma bonita historia foi contada por dona Nira, sobre a carreira do compositor com quem casou e teve sete filhos. Todos puxaram o pai. Se tornaram músicos.
A obra de Elpidio dos Santos foi feito sobre “relacionamentos” diz seu filho caçula Paulo Celso instrumentista , ex integrante do grupo Paranga e diretor do espaço da Cultura Caipira que abriga o instituto Elpidio dos Santos fala com entusiasmo de seu pai que ele conheceu pouco. Quando seu pai morreu ele era muito pequeno.
Dona Cinira diz que não conheceu Elpidio que era muito brincalhão que não fosse com musica. Ele era a verdadeira musica. Ele compunha para os amigos e todos da família. Cada filho tinha uma composição sua. Se São Luiz do Paraitinga sua cidade natal tem essa tradição de musicalidade deve muito a ele. E nisso todos concordam. Ela se lembra de muitas madrugadas em São Luiz ou nos quinze anos em que viveram em São Paulo, em que cansada de cuidar dos filhos pequenos era acordada por ele, entusiasmado com uma nova canção.
Tudo o que compunha o que compunha ele submetia a minha apreciação, que mesmo sonolenta , não prestava muito atenção, mas acabava gostando.
Elpidio era mais conhecido por fazer as trilhas sonoras dos filmes de Mazzaropi. No total fez vinte e sete canções. Ele foi o ícone da musica caipira paulista, mas foi alem dela. Nas cercas de mil composições que deixou (a família não catalogou todas), dentre essas composições há choro, valsa, marchinha, dobrado, maxixe, samba e cateretê, musica para crianças e outros gêneros, que ele tocava nas praças, em festas.
Elpidio era filho de um maestro de banda do interior, Elpidio “nasceu” musico, tocava vinte e dois instrumentos, mas procurou se aperfeiçoar, estudando em São Paulo onde se diplomou.
“Ele não foi fabricado, a musica estava no sangue dele” diz dona Cinira . Até se aposentar como bancário, quando voltou com a família a São Luiz , Elpidio nunca viveu de musica. Mas acabou aceitando o convite para dar aulas em Taubaté, Quando Pedro Camargo pai de Hebe Camargo, fundou uma escola de musica. La deixou a fama de professor exemplar.
A filha Maria Aparecida, a Parê, alem de ter cantado a musica do pai no grupo Paranga, da continuidade ao trabalho dele como educadora.
O nome de Elpidio dos Santos é um nome respeitável em São Luiz do Paraitinga cidade que ele fez muita coisa ensinando muita gente a aprender musica.

Parceria e amizade com Mazzaropi.
Elpídio era o compositor preferido de
Amácio Mazzaropi, sempre convidado para criar as músicas específicas de cada filme e que seriam cantadas pelo próprio artista. A amizade surgiu quando Mazza veio para a região com um circo quadrado bem velho e chovia muito. Procuraram o Elpídio e disseram que este homem estava a perigo e não tinha dinheiro para pagar músicos. Então Elpídio foi ajudá-lo e disse-lhe que tocaria sem cobrar nada. Mazza nunca esqueceu e reconheceu o talento de Elpídio. Assim surgiu uma grande parceria e amizade que duraria até o fim da vida de Elpídio dos Santos.

Em 1970 Elpídio dos Santos morre. No ano subsequente, Amácio Mazzaropi retorna à casa de Cinira para fazer um apelo: que um de seus jovens filhos tentasse fazer a música para seu novo filme e não deixassem assim, cessar aquela parceria.
Passados alguns anos, Amácio Mazzaropi grava a música “Despertar do Sertão” e a parceria com o velho amigo continua mesmo após sua morte.
Ao todo foram vinte e cinco canções de Elpídio dos Santos gravadas por Amácio Mazzaropi.

Casinha pequenina um dos filmes de Mazzaropi, teve a trilha sonora composta por Elpidio dos Santos.
Nascido no Vale do Paraíba, estudou música e aprendeu a tocar instrumentos de sopro na banda local, foi para São Paulo onde estudou no Conservatório Paulista de Canto Orfeônico. Escolheu o violão como instrumento que o acompanharia por toda a vida. Foi professor de música, autor de uma extensa obra com inúmeros sucessos gravados por artistas como Cascatinha e Inhana, Renato Teixeira entre outros. No cinema foi o compositor preferido de Amácio Mazzaropi, criando 25 trilhas para filmes do cineasta. Suas músicas fizeram parte da trilha sonora das novelas: Cabocla (Rede Globo), Rei do Gado (Rede Globo), Pantanal (TV Manchete/SBT) e Meu Pé de Laranja Lima (Band). Embora seja conhecido como compositor de música caipira, sua obra conta com vários gêneros musicais como valsa, samba, choro, etc.Preparação do palco em São Luiz do Paraitinga para a homenagem ao centenario de nascimento de Elpidio dos Santos.


Escrito por mlopomo.zip.net às 14h18
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HISTORIA DO RADIO DO RADIO BRASILEIRO.



Texto e pesquisas de Mário Lopomo.

(*) - TEXTO INICIAL - de Airton Rodrigues escrito em 25/ 01/ 1954.  -  (**) Texto - de Mário Lopomo

*Algumas emissoras surgiram como simples distração de amadores oficialmente,


(*)o primeiro cidadão a falar no radio brasileiro foi o presidente Epitácio Pessoa. Controvérsias sobre o nascimento do radio. Há controvérsias sobre o nascimento do radio. Positivamente, até agora ninguém pelo menos que o saibamos conseguiu provar quando surgiu o radio brasileiro alguns atribuem a Pernambuco a primazia, apontando, no caso, a Radio clube de recife que teria vencido o céu adornado pelo Cruzeiro do Sul em 1917. Outros, como o senhor Álvaro Salgado, livro “a radio educação educativa no Brasil”, afirma que a radio Clube de Pernambuco em 6 de abril de 1917 tendo feito sua primeira transmissão a 17 de outubro de 1922 com um transmissor Westinghouse de 10 wats. Ao que tudo indica porem e o próprio senhor Álvaro Salgado que o afirma que naquela sua obra, o radio do Brasil nasceu quando da comemoração do centenário da exposição do centenário, sete de setembro de 1922, do recinto daquele certame.
 O rádio é o jornal de quem não sabe ler, é o mestre de quem não pode ir à escola, é o divertimento do pobre" (Edgar Roquete Pinto)
Roquete Pinto (considerado com justiça o pai do radio brasileiro) e Henrique Murise, dois pioneiros da Radio difusão nacional, fundaram na academia de ciências, a radio sociedade do Rio de Janeiro, hoje a radio ministério da educação. (1954)·A radio Sociedade, do Rio de Janeiro, é considerado a pioneira no Brasil e Roquet Pinto é chamado o pai do radio brasileiro”.
Chamava-se a nossa primeira emissora radio Corcovado, de pequena potencia e o primeiro locutor se assim pode dizer, por ser, o primeiro a falar o presidente Epitácio Pessoa. Foi a estação montada pela Westinghouse e a companhia telefônica brasileira, não passando de temerária experiência como se afirmava na época. Essa opinião era ainda mais reforçada por que não se possuía receptor no Rio de janeiro e poucos sabiam montar rádios de Galena isto foi coisa corriqueira até 1928 a 1932, quando montar um radio de fone era uma verdadeira coqueluche. A seguir começaram os altifalantes, em muito menor escala que os aparelhos receptores de televisão nos dia de hoje (1954). Possuir u m altifalante era, como que atrair as atenções de um bairro da cidade de menos de um milhão de habitantes. O discurso do presidente Epitácio Pessoa tinha a radio Corcovado propósitos, a base de programação elevada, destinando, principalmente, a irradiar palestras, conferencia e musicas de alto valor educativo. Os receptores, especialmente importados dos estados Unidos, foram distribuídos a altas personalidades em varias ruas do distrito federal, São Paulo, Petrópolis e Niterói. Forma transmitidos discursos oficiais, palestras, conferencias e também operas do teatro municipal e no teatro lírico do rio de Janeiro. Encerrado o período comemorativo do programa da nossa independência política, a emissora foi desmontada e retornou aos estados Unidos. A segunda emissora brasileira foi a “SPR”, uma emissora que foi adquirida juntamente com outra dos Estados Unidos pelo governo brasileiro e entregue aos serviços dos correios e telégrafos em julho de 1923, permitindo o seu diretor, senhor Francisco Behring, que se fizeram transmitir transmissões litero – musicais. Trabalho esse mantido até o ano de 1936, quando a emissora foi entregue a radio Clube do Brasil, usando o prefixo S “1B.


Escrito por mlopomo.zip.net às 20h24
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O conjunto Titulares do Ritmo, eram contratados da radio Bandeirantes, o diretor de jornalismo Alexandre kadunk usava o conjunto para gravar as chamadas dos noticiosos. E faziam muito bem. A introdução era: Bom, Bom, Bom, bandeirantes no ar...






Na metade dos anos 1950 com o projeto RB 55, a radio bandeirantes foi adquirindo uma audencia fantástica. Mas ainda perdia no esporte para a pan-americana. Em 1957 num golpe de mestre contratou o locutor esportivo Pedro Luiz e o comentarista Mario Moraes, já prevendo a copa do mundo de 1958. Dai para frente ganhou a audiência tambem das transmissões do futebol.
As fotos abaixo mostra, programação da tarde da radio bandeirantes do ano 1969 e parte dos anos 1970,
As fotos pela ordem: Rubens Moraes Sarmento, Enzo de Almeirda Passos, Alfredo Borba, Luiz Aguiar, Jose Paulo de Andrade, Miguel Vacaro Neto, Gioia Junior.

 









Gioia Junior

 

Nilton Flora (acima) ex redator de os titulares da noticia, depois se tornou reporter dos melhores na Bandeirantes.

 

 

 

 

 

 



Os Demonios da Garoa iniciaram tambem na radiobandeirantes, foi em 1943 que teve o batismo do nome do conjunto. Foi no programa de calouros a Hora da Bomba, que surgiu o nome, ideia de Vicente Leporace. A Bandeirantes ainda fazia parte das emissoras unidas.

 


 

Capitão Balduino, tinha programa sertanejo nas madrugadas, era um dos pioneiros da emissora, faleceu em 1967.





 


Muhibo Curi, é o mais antigo funcionaio da radio bandeirantes o registro em sua carteira de trabalho data de 1952. Fez de tudo um pouco, locutor radioator, é tambem cantor e compositor. Nassim filho chefe do setor sertanejo da radio, dizia que Muibo não era um radialista e sim um artista completo.

 





Discoteca da radio bandeirantes, local de grandes papos, O chefe da discoteca era Fausto Macedo, Newton Miranda era um dos principais membros da discoteca, que tinha tambem, Edson Grisoli, Carmem Garcia, Neusa Barranco. As fotos mostram pela ordem, Ricardo Macedo, Newton Miranda e Clodoaldo José. Na foto do meio Newton Miranda, um representante de gravadora, e Ricardo Macedo. Na ultima Newton Miranda pegando um LP.

Na foto de baixo Newton Miranda, de frente á um colega e ao fundo, Ricardo Macedo sentado datilografando e de pé, o saudoso Nassim Filho, chefe do departamento sertanejo da radio bandeirantes.

 

Mario Alimari, que fez muito sucesso na TV Excelsior
com o personagem Pé com Pano, começou na radio bandeirantes como radioator nas novelas, da mais popular emissora paulista, em 1953.
Na fabrica que nos trabalhavamos, (1953-54) ele contava coisas muito engraçadas

 

com respeito aos erros cometidos. Um dia o texto era que um havia dado uma facada e o contra regra colocou no ar um tiro.

 


Vicente Leporace, foi contratado pela bandeirantes em 1962, fazia um programa em que lia os assuntos nacionais no programa o trabuco, que foi até o ano de 1978 quando veio a falecer.



 



Depois da morte de Vicente Leporace, Salomão Esper, Jose Paulo ) e Joelmir Beting assumiram o programa, Jose Nello Marques, que aparece ao centro na foto ao lado, se juntou ao trio.

Jo Paulo de Andrade, iniciou sua carreira na bandeirantes em 1963, esta até hoje. Só perde, para Muibo Curi e Salomão Esper em tempo de casa.


Ladeando o cantor Almir Ribeiro, estão a direita Valter Silva e Kalil Filho. Valter Silva tinha um programa as 10 horas da manhã, o Picape do Pica Pau, nos anos 1960, e kalil Filho apresentava o reporter sucesso as 14 horas, de 1965 a 67.









Darci Reis, tambem trabalhou por muitos anos na bandeirantes, culminou como chefe do departamento de esportes nos anos 1980. Era um dos que transmitiam as jornadas de Box as sextas o tradicional dia das jornadas do box.










Ferreira Martins, outra voz privilegiada que foi cantratado em fins de 1970 fazendo um programa musical as 14 horas, foi tambem um dos locutores dos noticiosos e formava o trio de locutores do radio jornal primeira hora.


Humberto Marçal, uma das vozes mais bonitas do radio. Era narrador de noticias do radio jornal primeira hora, apresentou um programa de perguntas e respostas chamadode mil discos é o limite. Nos 1960 apresentou o show das dez, programa que varou a decada de 70.







Pedro Luiz, foi contratado em 1957, numa jogada de mestre de Edson Leite, que trouxe Pedro para a Bandeirantes e a tira colo veio Mario Moraes. Ai ninguem mais segurou o Scratch do radio, que formava a cadeia verde e amarela, norte sul do Brasil, com centenas de emissoras do interior e outros estados.






O pessoal do departamento do esporte em 1966. Da esquerda para a direita. Dinamerico Aguiar, Enio Rodrigues, Flavio Araujo, Mauro Pinheiro, Fiori Giglioti, Luiz Augusto Maltoni, Loureiro Junior, Bhorgui Junior, Barbosa Filho. Agachados Francisco de Assis, Jose Paulo de Andrade, Humberto Mendonça, Alexandre Santos, Robeto Silva, Domingos Leoni, Luiz Carlos Moreira.




Mauro Pinheiro e Fiori Giglioti, formaram uma dupla de comentarista e locutor durante mais de trinta anos. Mauro morreu em 25 Janeiro de 1982 e Fiori Giglioti a 8 de junho de 2006. O radio esportivo sente muita saudade desses dois profissionais.










Este era o carro de reportagem que a radio bandeirantes usava, o chamado Chevrolet Gigante.




Escrito por mlopomo.zip.net às 20h23
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RADIO NACIONAL PR G - 9

(*)Depois de muitos boatos de combate, criticas e comentários dos mais variados, surgiu afinal em São Paulo, a radio nacional, recorrendo a cartazes da E- 8 homônima a do Rio de janeiro.
Para a G – 9 foram contratados artistas do radio paulista destacando-se o diretor Derneval Costa Lima, Sarita Campos, Pagano Sobrinho e muitos outros.Depois, surgiu também Manoel de Nóbrega e a programação, no campo popular, conseguiu êxito.
Está a nacional fazendo frente as emissoras paulista, muito embora, ao contrario, que esperava, não se dedicou ainda mais aos programas elevados. Diverte o publico e isso é que vale, pelo menos, no dizer da sua direção e dos ouvintes que apreciam a sua programação.
(**) A radio Nacional tirou grande parte dos artistas da radio Tupi, dentre eles Manoel de Nobrega, a estrela de São Paulo Hebe Camargo, Valter Foster, Pagano Sobrinho, Aloisio Silva Araujo, Derneval Costa Lima e sua esposa Sarita Campos. Da radio Cultura veio atraves de Manoel de Nobrega o acqua louco Ronald Golias, que brilhava na emissora da avenida São João, já a noitinha no programa sequencia das seis, as 18,30.
Contratado por Manoel de Nobrega, Já que Victor Costa não tinha autorizado sua contratação, Ronald Golias em pouco tempo ele brilhou comsuas loucuras humoristicas e Juntamente com Carlos Alberto de Nobrega, participou de um quadro no programa Manoel de Nobrega, onde fazia o contra ponto ao personagem Aguia Negra.
(*) Texto -Ayrton Rodriges-1954(**)Texto Mario Lopomo. Fotos google- e arquivo de MarioLopomo.











Astros e estrelas da radio nacional de São Paulo. Na primeira foto. Catulo Paies, Maestro Osmar Milani, Olivinha Carvalho, Roberto Luna e Alda Perdigão, na foto de baixo Wilsom Assunção e Hebe Camargo a frente do espelho, eram os anos 1950, momentos de fastigio da emissora.

 


 

Conjunto de Antonio Rago tinha participação ativa na radio Nacional de São Paulo. Era esse conjunto que participava dos musicais da emissora como a Galera do Nelson, aos sabados a tarde e, acompanhava os calouros da hora do Pato aos domingos a noite.

 

 

 

 

 

 

 

(*) Texto Airton Rodrigues 1954  - (**) Texto Mário Lopomo



Escrito por mlopomo.zip.net às 20h21
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RADIO RECORD PR-B-9 - "A Maior"
Parece que a radio Record surgiu em 1925, depois da radio São Paulo. Positivamente, ninguém ainda afirmou qual o ano exato em que nasceu. Seu aniversario no entanto, é comemorado a 11 de Junho.Teve uma existência mais ou menos normal com discos e uma programação improvisada até 1932. Em 1929, foi adquirida por Paulo Machado de Carvalho. Ano que muitas coisas aconteceram na radiofonia paulista e brasileira: Paulo Machado de Carvalho homem arrojado que muito vem fazendo pelo progresso do nosso radio. A sua ultima obra foi a TV Record. A outra coisa foi a radio Record uma das vanguardeiras em audiência no país, com muita justiça “slogan á maior”. Com Oswaldo Moles, Blota Junior, Murilo Antunes Alves, Almirante, Armando Rosas, Thalma de Oliveira e outros, mantem o seu prestigio.O maior serviço prestado pela radio Record a nacionalidade foi a campanha da revolução constitucionalista, em 1932. Foi o inicio da sua melhor faze do radio paulista, e nisso não vai nenhum exagero. (neste ponto, a se destacar também a colaboração também eficiente da radio educadora paulista). A Record foi “vós de São Paulo” hoje (1954) é , “a maior... realização de Paulo Machado de Carvalho.

Na Rádio Record, Adoniran Barbosa fazia um personagem chamado "Charutinho" que morava no Morro do Piolho, não gostava de trabalhar e pretendia namorar a Pafunça e sempre era frustrado pela mãe dela "Teresoca. Era o programa Historia das malocas escrito por Osvaldo Moles, e era apresentado as sextas feiras a noite. Sua audiencia era macissa

 

Zé Fidelis (Gino Cortopassi) fazia um enorme sucesso, sob o patrocínio da Cia Antarctica, com suas paródias e imitações.










 

RADIO SÃO PAULO PR A- 5

 

A segunda emissora paulista uma das primeiras do Brasil, nasceu em 17 de junho de 1924, três semanas antes da revolução de 5 de julho. Chama-se hoje (1954) radio São Paulo, especialista em novelas, apresentando no Brasil por Oduvaldo Viana,os primeiros programas do genero. Foi a introdutora de novelas no país. Foi fundada por João Batista do Amaral, um simples radio amador,que teve o auxilio, na aventura, de vários amigos, com pequena estação na residência, alameda Barão de Limeira.Dos “bate papos”, passou a transmissão de programas, e daí para uma emissora de radio foi um pequeno pulo.Já uma organização, desapareceu a São Paulo, ressurgindo em 1934, com estúdios a rua sete de abril. O programa de maior “cartas”durante muito tempo foi “Cascatinhas do Genaro”, entre 1937 a 1939, com Tom Bril. O Liborio, por Aloísio Silva Araújo e outras atrações. Mantinha a São Paulo uma programação completa: Em esportes brilhou bastante; em programação de estúdio foi, algum tempo, a primeira, em temporada; temporadas internacionais, trouxe Daniela Serra, Tito Squipa, Carlo Butti e outros. Crescendo muito, teve que se transferir para a avenida Brigadeiro Luiz Antonio, fazendo parte “ das emissoras unidas”.A partir de 1940, dedicou-se mais as novelas radiofônicas, com Oduvaldo Viana na sua direção. Em radiatro, no país, no país é maior. Encontra-se hoje (1954). Em seus ótimos estúdios a Avenida Angélica, 340, sob a direção de Waldemar Ciglionni(foto), grande interprete dramático.

 

Continuavam ali, Leonor Navarro, Augusto Barone, Geraldo Cunha, e outros artistas de grande popularidade, até o dia que este texto foi escrito por Airton Rodrugues. 25 Janeiro de 1954.

 



Escrito por mlopomo.zip.net às 20h14
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RADIO PAN-AMERICANA - P R H – 7

(*)A Radio Pan-Americana da ao Brasil um titulo muito honroso:- A melhor emissora radiofônica especializada em esportes no mundo de fato, com igual especialização não há no universo nenhum difusor a que se dedique tanto e tão bem aos esportes locais, nacionais e mundiais. Mas a H – 7 não surgiu com essa finalidade.
Não porque Osvaldo Viana ou Osvaldo Cosi, seus fundadores, no próprio prédio da publicidade eclética, a rua de São Bento, pretendiam revolucionar o radio paulista e todos os setores os setores radiofônicos, menos no esportivo. Radiatro, musica, programas orquestrais, tudo, enfim estava delineado no magnífico programa da Pan-Americana.
Tinha o prefixo na base da quinta sinfonia de Betoven, que pelo código Morse, significa o V da vitória da época tão apregoada, lançado por Wiston Churchill. Artistas e programadores, hoje (1954) com invejável posição no radio nacional, estrearam ou se aperfeiçoaram na radio Pan Americana. Nomes como aos de, Dias Gomes, Mario Lago, Túlio de Lemos, Marcelo Tupinambá, participaram dos seus programas.
A emissora surgiu exatamente a, 3 de maio de 1944, em plena guerra mundial.
Em 1947, Paulo Machado de Carvalho incorporou a Pan-Americana “as emissoras unidas”. Inicialmente, poucas modificações na programação. Depois, o presidente daquela organização, homem de grande visão e de espírito realizador, pois a Pan-Americana numa grande aventura: Especialização nos esportes. Coisa que poucos acreditavam.
Venceu e surpreendeu a todos, porque, de fato, a Pan-Americana conseguiu o que a todos parecia impossível:Dedicar-se aos esportes e alcançar a repercussão, nacional e internacional. Paulo Machado de Carvalho Filho compreendeu bem a iniciativa de seu progenitor e imprimiu a emissora que passou a dirigir uma administração eficiente e hoje (1954) a H -7 é o que todos nos conhecemos. A equipe esportiva tinha valorosos nomes, como Pedro Luiz, Mario Moraes, Otavio Muniz, Helio Hansaldo, Nenson Spineli, Darcy Reis, Borgui Junior, Nelson Tabarelli, Raul Tabajara, Salem Junior, Narciso Vernizzi, e outros.

(**) A Pan foi a primeira emissora a se dedicar tambem ao automobilismo. Wilson Fittipaldi (o Barão) no inicio doas anos a 1960, já mostrava os grandes nomes dos atros da pista como Jim Clark, quando as provas de formula um era chamada de Gram Prix.
Foi tambem na emissora dos esportes que teve inicio o plantão esportivo que foi estruturado, e apresentado por Narciso Vernizzi, durante muitos anos, construindo um memoravel arquivo de fichas e fitas gravadas ainda de forma primitiva com aqueles gravadores de rolo. Tudo começou aindanadecada dos 1940, quando ele apresentava oprograma Palhinha Filamndo a rodada, depois do termino do rodada dominical. Grande parte daquele acervo foi destruido no incendio de 1966, que tomouconta de parte dos estudios da Avenida Miruna.

Narciso Verizzi, nos 1970 deixou o plantão esportivo para ser o homem do tempo. Para tal fez um curso de dos anos n a NASA, se especializando em meteorologia. Apesar do aparelhamento primitivo que estava a sua disposição no telhado da Jovem Pan na Rua Miruna, Narciso dificilmente falhava nas suas previsões.




Na hora do almoço a pan-americana tinha um programa espotivo que falava de todos os clubes, o noticiario de cada clube era apresentado por um radialista que torcia por aquele clube.
Na emissora dos esportes nenhumcronista escondia seus ckebes de preferencia. Sendo assim falava de seus clubes do coração. Otavio Munis, doCorinthians, Helio Ansaldo, São paulo F.C. Salem Junior do Palmeiras e Raul Tabajara da sua Portuguesa de Desportos. O noticiario esportivo ia até as 14 horas, dai para frente, Elza Braga, entrava para apresentar durante toda a tarde até as 18 horas o programa, Os grandes sucessos musicais. Elzinha Braga uma garotona franzina e de voz bastante agradavel, infelizmente não viveu por muito tempo, o cancer a atacou. Doutor Paulo Machado de Carvalho ainda tentou a ultima cartada, mandando vir dos EUA aparelhamento capas de salva-la, mas ela foi vencida pela doença.
Otavio Munis apresentava um programa esportivo todo seu. Era o CORINTHIANS EM MARCHA



"Torcida corintiana, cordialmente boa noite! São 18 horas e 30 minutos em São Paulo. Estamos iniciando pela Rádio Panamericana de São Paulo, a emissora dos esportes, o programa "Corinthians em Marcha". Foi exatamente assim, durante longos anos, que o velho Otávio Munis se apresentou a Fiel, em um espaço todo seu. Ele falava com carinho sobre as atividades do clube do Parque São Jorge, que tanto amou. Dava vida aos fatos dessa agremiação, com o mesmo empenho exercido como funciorário e
assessor de imprensa, do S.C. Corinthians Paulista.

A partir da metade dos anos 1960, a Radio Pan-Americana, passou as mãos de Antonio Augusto Amaral de Carvalho (Tuta) e sua denominação passou a ser Radio Jovem Pan aproveitando o sucesso que fazia a turma da jovem guarda.
RADIO SÃO PAULO PR A- 5

 

A segunda emissora paulista uma das primeiras do Brasil, nasceu em 17 de junho de 1924, três semanas antes da revolução de 5 de julho. Chama-se hoje (1954) radio São Paulo, especialista em novelas, apresentando no Brasil por Oduvaldo Viana,os primeiros programas do genero. Foi a introdutora de novelas no país. Foi fundada por João Batista do Amaral, um simples radio amador,que teve o auxilio, na aventura, de vários amigos, com pequena estação na residência, alameda Barão de Limeira.Dos “bate papos”, passou a transmissão de programas, e daí para uma emissora de radio foi um pequeno pulo.Já uma organização, desapareceu a São Paulo, ressurgindo em 1934, com estúdios a rua sete de abril. O programa de maior “cartas”durante muito tempo foi “Cascatinhas do Genaro”, entre 1937 a 1939, com Tom Bril. O Liborio, por Aloísio Silva Araújo e outras atrações. Mantinha a São Paulo uma programação completa: Em esportes brilhou bastante; em programação de estúdio foi, algum tempo, a primeira, em temporada; temporadas internacionais, trouxe Daniela Serra, Tito Squipa, Carlo Butti e outros. Crescendo muito, teve que se transferir para a avenida Brigadeiro Luiz Antonio, fazendo parte “ das emissoras unidas”.A partir de 1940, dedicou-se mais as novelas radiofônicas, com Oduvaldo Viana na sua direção. Em radiatro, no país, no país é maior. Encontra-se hoje (1954). Em seus ótimos estúdios a Avenida Angélica, 340, sob a direção de Waldemar Ciglionni (foto), grande interprete dramático. As novelas da radio São Paulo faziam éco na cidade de São Paulo, principalmente a novela das duas horas da tarde.
ontinuavam ali, Leonor Navarro, Augusto Barone, Geraldo Cunha, e outros artistas de grande popularidade, até o dia que este texto foi escrito por Airton Rodrigues. 25 Janeiro de 1954.

 



Escrito por mlopomo.zip.net às 20h13
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