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A caixa econômica federal realizou em 2007, em sua sede cultural, Praça da Sé, uma exposição de fotos das vedetes do teatro de revista, resgatando a historia deste importante período do teatro brasileiro. Esse evento foi realizado para homenagear as grandes artistas deste gênero teatral como . Araci Cortes, Dercy Gonçalves, Oscarito, Grande Otelo, Bibi Ferreira, Mara Rúbia, Virginia Lane, Renata Fronzi, Carvalhinho, Iris Bruzi, Zélia Hoffman, Carmem Verônica, e outras que virão no decorrer desta pagina do Blog.
Walter Pinto foi juntamente com Carlos Machado e Freire Junior os grandes promotores dos grandes espetaculos do teatro de revista, tambem chamado de teatro rebolado.
O Teatro de Revista, durou um século o reinado nos palcos do centro do Rio e São Paulo, um gênero do qual todo mundo ouviu falar: O Teatro de revista. Em meados do século XIX (1850) até o inicio de 1960 (século XX), o bom humor, a sátira política, a boa musica e mulheres bonitas encheram os olhos de varias gerações de brasileiros. Como o auge ocorreu antes da era do vídeo existem poucos registros guardados, e raros depoimentos gravados nos museus. O texto do teatro de revista concentrava-se na recapitulação dos principais acontecimentos do país no ano poucos registros guardados, e raros depoimentos gravados nos museus.
Dercy Gonçalves, nome artístico Dolores Gonçalves Costa, nasceu em Santa Maria Madalena, 23 de junho de 1907 e morreu no Rio de Janeiro, 19 de julho de 2008.
Em 1991, a Unidos do Viradouro, escola de samba de Niterói, homenageou Dercy Gonçalves no carnaval carioca, o que lhe rendeu um sétimo lugar e a permanência na elite do samba. Veja a letra do samba-enredo, “Bravo, Bravíssimo - Dercy, o Retrato de um Povo”, de autoria de Gelson, Rubinho, Odir Sereno e Aldir. O enredo foi desenvolvido pelos carnavalescos Max Lopes e Mauro Quintaes.
Especializando-se na comédia e no improviso, participou do auge do Teatro de revista brasileiro, nos anos 1930 e 1940, estrelando algumas delas, como "Rei Momo na Guerra", em 1943, de autoria de Freire Júnior e Assis Valente, na companhia do empresário Walter Pinto. Na década de 1960 iniciou sua carreira solo. Suas apresentações, em diversos teatros brasileiros, conquisatvam um público cheio de moralismos. Nesses espetáculos, gradativamente introduziu um monólogo, no qual relatava fatos autobiográficos. Paralelamente a estas apresentações, atuou em diversos filmes do gênero chanchada e comédias nacionais.
O sucesso do teatro de revista esteve uma grande parte sob a vigilância do DIP, que era um órgão de censura do governo ditatorial de Getulio Vargas. Que tinha como censor Lourival Fontes naquele período. A carteirinha do DIP era chamado por Dercy Gonçaves de Carteirinha de prostituta
Escrito por mariolopomo às 22h26
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Nelia Paula, Rosemeire Sulque e Manon Godoy.
Nelia Paula era uma das favoritas de Walter Pinto, o emprezario promotor de muitos dos espetaculos principalmente no estado do Rio de janeiro quando ainda distrito federal.
O texto do teatro de revista concentrava-se na recapitulação dos principais acontecimentos do país no ano precedente da estréia da peça, retratados de forma cômica, política e critica. Alem disso, o teatro de revista brasileiro revelou artistas por todo o país. Araci Cortes, Dercy Gonçalves, Oscarito, Grande Otelo, Bibi Ferreira, Mara Rúbia, Virginia Lane, Renata Fronzi, Carvalhinho, íris Bruzi, Zélia Hoffman, Carmem Verônica, são exemplos de artistas que iniciaram suas carreiras na época do teatro de revista.
Anilza Leoni
O teatro de revista também chamado de “Teatro Rebolado” revista foi também responsável pelo lançamento de ídolos da musica popular brasileira, como Ary Barroso, Lamartine Babo e Pixinguinha, que mais tarde passaram a fazer sucesso nas rádios e no disco. Ary Barroso, por exemplo, destacou-se a partir da criação de inúmeros sambas para as revistas: O Tabuleiro da Baiana (revista “concurso de beleza”) Bahia (revista “Da-se um jeitinho”), No Rancho fundo (“revista do balacobaco”) Faceira (revista “Brasil do Amor”) Risque (revista “Há sinceridade nisso”), Aquarela do Brasil (revista ”Não vou no golpe”) e a baixada do Sapateiro (revista É chique no Pixoxó”).
Sônia Mamede
O gênero revista teve um bom desempenho em São Paulo, onde predominava o “teatro caipira” e, sem a mesma repercussão que tinha no Rio de Janeiro, há noticias de montagens em Manaus, Porto Alegre e Belo Horizonte. O caráter bufo e satírico do teatro de revista remonta à Grécia clássica, onde o humor era parte integrante dos espetáculos dionisiácos, da poesia e da filosofia
A sensual bailarina
"Eros Volusia"
Em seu espetaculo no teatro João Caetano na revista Brasil Pandeiro em 1941
O auge do gênero se deu nas décadas de 1940 e 1950, quando o visual arrojado e mulheres semi nua ganhou espaço nos palcos e a critica social foi sendo deixada de lado nos espetáculos. Foi a época de nomes que tiveram projeção nacional, como as vedetes Elvira Pagã, Mara Rubia, Luz Del Fuego e Virginia Lane, vedete escolhida para ser homenageada no trabalho de exposição da caixa econômica federal, patrocinadora da exposição dessas fotos no Centro Cultural da Caixa Econômica federal, da praça da Sé.
Margot Louro, esposa do cômico Oscarito, a eterna "ingenua" do teatro brasileiro.
Dora Vivacqua, a "Luz del Fuego" vedete nudista, especialista em numeros exóticos com serpentes.
A partir do século XV e, sobretudo com o iluminismo, as transformações institucionais e intelectuais controladas pela Igreja Católica instauraram uma “nova ordem” nos diversos âmbitos da sociedade. O teatro bufo e as manifestações culturais das classes populares passaram a ser desconsideradas e censuradas. Sem perder seu espaço junto ao publico, a encenação burlesca pastoris, jogos e rituais religiosos. A sátira e a critica bem humorada sempre representaram um espaço marginal, no qual as classes populares questionam o domínio político e cultural das elites dominantes. Com a adaptação das peças, o teatro musicado tornou-se mais acessível ao grande publico. Composto de diversas influencias nascia assim o Teatro de Revista Brasileiro, gênero de espetáculo característico do Rio de Janeiro. Curadora- dessa exposição foi: Anna Vacchiano
Berta Loran, foto de 1948. Tambem oi para a TV. foi humorista e fez parte ativa em novelas.
Floripes Rodrigues
VIRGINIA LANE, a vedete bastante badalada. Foi amante de Getulio Vargas, e chegou a dizer em entrevista que tinha medo de ser morta, por ser um arquivo vivo. Chegou a ameaçar falar tudo o que sabia de dentro do palácio do catete. Mas ficou somente na vontade.
Iris Bruzzi
RENATA FRONZI, depois do teatro foi para a televisão,
participou do programa Familia Trapo, da TV Record nos anos 1960.
CONSUELO LEANDRO, tambem foi para a TV onde brilhou tanto como atriz, humorista e jurada de programa de calouros.
IRMA ALVARES 
Escrito por mariolopomo às 22h24
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