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Blog da Historia
 


TURISMO CEMITERIAL
Entrada do Cemitério da Consolação(rua do mesmo nome), o mais visitado como passeio turístico. Verdadeiras obras de arte são encontradas nesse cemitério. Escultores, como Victor Brecheret , Luigi Brizzolara e Galileu Emendabili, construíram obras de encantar até mesmo quem nunca foi adepto de estatuas. Nos dias em que não se cultua homenagem aos mortos (finados) a maioria dos que visitam o cemitério da Consolação vão mais, atraídos pelas belas esculturas.


No inicio dos anos 1960, o dia de finados era um dia de muito respeito aos mortos. Esse dia era cultuado como se fosse uma Sexta Feira Santa. A demanda aos cemitérios era tanto que os congestionamentos eram grandes, devido às ruas estreitas embora o numero de carros fosse bem menor do que hoje. A, maioria, das pessoas iam de ônibus, e a CMTC a empresa que tinha o monopólio do transporte coletivo da cidade de São Paulo, desviava muitos veículos de outras linhas para reforçar os trajetos em que estavam os cemitérios. Os veículos tinham uma placa no vidro dianteiro dizendo a que cemitério servia. Muitas vezes em duas ou mais necrópoles.
Na zona oeste os cemitérios uns bem perto dos outros, faziam que um ônibus servia a vários.

Na rua da Consolação está o cemitério com o mesmo nome da rua. É o “campo santo” mais visitado por pessoas que vão apenas como turistas que gostam de ver grandes obras de arte. Estatuas maravilhosos e túmulos suntuosos, ou então como curiosos para ver tumulo de pessoas famosas que lá estão enterrados, como Monteiro Lobato, santo Agostinho da Rocha Marmo (um dos mais visitados) e sempre florido, onde varias pessoas se ajoelham e oram pedindo uma graça. O tumulo tem placas de agradecimentos de graças alcançadas.


Na rua da Consolação está o cemitério com o mesmo nome da rua. É o “campo santo” mais visitado por pessoas que vão apenas como turistas e que gostam de ver grandes obras de arte. Estatuas maravilhosos e túmulos suntuosos, ou então como curiosos para ver tumulo de pessoas famosas que lá estão enterrados, como Monteiro Lobato, Santo Agostinho da Rocha Marmo (um dos mais visitados) e sempre florido, onde varias pessoas se ajoelham e oram pedindo uma graça. O tumulo tem placas de agradecimentos de graças alcançadas.



Escrito por mlopomo.zip.net às 23h21
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Ainda no cemiterioda Consolação, tem o espaço reservado ao acendimento de velas às almas.
É um espaço reservadi a religião da Umbanda, mas pessoas de diversas religiões para lá vão orar e acender velas, a seus entes queridos.
















 

Na Cardeal Arco Verde, estava o cemitério São Paulo, e mais adiante na Rua doutor Arnaldo, o cemitério do Araçá. Na zona norte estava o de Vila Nova Cachoeirinha.
Na zona Leste quem ia em frente passava pelo cemitério da Água Rasa. E mais à frente o maior cemitério da América latina o de Vila Formosa, uma verdadeira cidade.
Já na zona Sul estava o cemitério de campo grande na Avenida Nossa senhora do Sabará, que era uma rua estreita chamada de estradinha a caminho da Pedreira, com terra vermelha dos dois lados, Quando chovia era respingo de água barrenta, e quando não aquele poeirão. Muita gente por superstição ai com terno branco e chapéu Panamá também branco. Na volta estava mais vermelho, do que nunca.
Nos cemitérios mais antigos como o Araçá, Consolação e São Paulo estavam túmulos, que eram verdadeiras obra prima de fazer inveja ao artista aleijadinho. Muita gente ia aos cemitérios nos dias que não ia muita gente só para ver essas verdadeiras obras primas. No cemitério do Araçá, observa-se verdadeiras obras de encher os olhos de qualquer um. Muitas dessas obras tiveram a participação de meu pai, marmorista de mão cheia, que trabalhava ali perto desse cemitério na marmoraria Caggiano. Em muitas ocasiões eu o acompanhava para ajudar em pequenos serviços lá no Araçá e ficava encantado com aqueles monumentais túmulos.
Muita gente ia também cultuar pessoas famosas do passado. No cemitério da Consolação estavam, Adhemar de Barros, mais tarde sua esposa dona Leonor Mendes de Barros, Monteiro Lobato, Antoninho da Rocha Marmo, tido como Santo, e ao lado uma menina que era muito cultuada também pelos espiritualistas. O nome dessa menina não me ocorre agora, mas estive em seu tumulo há anos atrás e pude ver muitas pessoas que lá foram por causa dela. Não estou falando de Izildinha, que estava no cemitério São Paulo trazido de Portugal, e depois levado para a cidade de Monte Alto, em 1958, onde foi construído um mausoléu para ela na praça da cidade.
(http: //www. montealto. sp. gov. br/index. php? url=turismo/izildinha http: //wikimapia. org/726526/pt/)

Logo ao entrar pelo portão principal do cemitério São Paulo, Rua Cardeal Arco Verde, você vê a escultura de Alfredo Oliviani, Rua Cardeal Arco Verde. ULTIMO ADEUS

No cemitério São Paulo também tem o mausoléu reservado as ex-atletas de todos os esportes, inclusive a alguns futebobolistas, lá se encontra os restos mortais de Frienderech grande jogador da década de 1930 do Clube Atlético Paulistano, e de Ponce de Leon, jogador que se destacou no São Paulo F C e no Palmeiras sendo campeão mundial de Clubes em 1951 a taça RIO. Fez parte da campanha das cinco coroas títulos seguidos conseguido pelo Palmeiras.

Mausoléu dos atletas das muitas modalidades esportivas
















Símbolos das federações no mausoléu dos atletas amadores e profissionais.

Tufy, goleiro do S C Corinthians dos anos 1930, esta sepultado no cemitério São Paulo.
Ele fez parte do trio final, Tufy, Grané e Del Debio.




















 

 

 

Também muitos dos heróis da revolução constitucionalista de 1932, estão sepultados no cemiterio São Paulo..

Cemitério da Vila Formosa abrigará parque e museu
Plantão Publicada em 31/10/2006 no jornal -



Diario de São Paulo por - Plínio Delphino.
SÃO PAULO - Uma área de 95 mil m² dentro do Cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, começou a ser trabalhada pelo Serviço Funerário Municipal para ser um imenso parque, composto de mais de 50 espécies de árvores e que prevê espaço para caminhadas, estradas margeadas por flores, formando um habitat natural para aves e borboletas. O projeto paisagístico, que está em fase final de licitação, deve ser concluído na metade do próximo ano. Na área onde as árvores do parque contemplativo do Vila Formosa estão sendo plantadas não se pode abrir túmulos. Segundo o diretor do Departamento de Cemitérios do SFM, Gilberto Pascom, o Vila Formosa tem cerca de 100 mil sepulturas, distribuídas em 763 mil m². Diariamente são realizados cerca de 30 enterros no local.
- Nesses 95 mil m² destinados ao parque, há lençol freático no subsolo e, por isso, não é possível fazer túmulos - diz.
Uma segunda fase do projeto-piloto é construir no Vila Formosa um museu histórico-tumular da cidade.
- Reuniremos relíquias, obras de arte de túmulos que remontarão história de outras épocas, sua arquitetura e arte - diz Caldeira.
Os objetos a serem expostos virão de túmulos abandonados por famílias e retomados pela Prefeitura. Atualmente, há 300 túmulos de interesse para o museu

Cemitério de Vila Formosa é considerado o maior da America Latina. É uma área de 95 mil m² dentro do Cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, a Avenida João XIII. Começou a ser trabalhada pelo Serviço Funerário Municipal para ser um imenso parque, composto de mais de 50 espécies de árvores e que prevê espaço para caminhadas, estradas margeadas por flores, formando um habitat natural para aves e borboletas. O projeto paisagístico, que está em fase final de licitação, deve ser concluído na metade do próximo ano. Não é possível a construção de túmulos pelo fato de no cemitério haver um lençol freático o que poria abaixo qualquer construção mais pesada.


No cemitério de Vila Formosa são sepultados também indigentes e muitas pessoas assassinadas que a família não procuravam, e ali foram enterrados. Foi o caso do guerrilheiro e ex deputado federal Carlos Marighela, na cova ao lado tambem o cidadão de origem alemã que furou o bloqueio da policia e foi fuzilado pelas forças de segurança, em novembro de 1969.

                                                                                                       CEMITÉRIO DE CAMPO GRANDE - REGIÃO DE SANTO AMARO


No cemitério de campo Grande na zona Sul está enterrado o grande prefeito José Vicente de faria Lima, Um tumulo simples como era simples aquele Carioca de Vila Izabel.
Na tampa de quase dois metros tinha uma colher de pedreiro e uma Rosa, símbolo de sua administração. Hoje não mais existe aquele simbolo de sua administração. Não se sabe porque foi tirado. Era tambem o tumulo mais visitado por muitos anos consecutivos. Hoje mais parece um tumulo abandonado.









 







Alem do saudoso prefeito, Faria Lima, falecido em 4 de setembro de 1969, tambem sua esposa dona Yolanda Faria Lima, falecida no ano de 1980, tambem ai esta enterrada.






Seu tumulo é bastante simples como simples ele sempre foi mesmo estando com enorme popularidade devido a sua grande admisnistração.




No Campo Grande também esta o mausoléu dos soldados da policia militar.




NO CEMITERIO DE CAMPO GRANDE SÃO ENTERRADOS OS HEROIS DA POLICIA MILITAR QUE TOMBAM EM DEFESA DA POPULAÇÃO.

















No extremo sul da zona sul da cidade de São Paulo, existe o antigo "cemitério dos colonos Alemães de Santo Amaro", denominado atualmente de "cemitério de Colônia". Ali, em singelos túmulos, estão sepultados os restos mortais dos primeiros colonos Alemães do Estado de São Paulo. O cemitério data de 1829, sendo, portanto, talvez o mais antigo ainda existente em São Paulo. Está no Bairro da Colônia Paulista, Distrito de Parelheiros.
Depois os cemitérios passaram a ter outro formato. A começar pelo cemitério Guetsemani, (Morumbi) que não possuí túmulos suntuosos, e sim somente uma área gramada, onde o túmulo tem somente uma placa de bronze, indicando o nome da pessoa, e o numero do local em que está enterrado.





O cemitério do Morumbi é outro que também é um enorme gramado, lá este enterrado o campeão mundial de automobilismo, Ayrton Senna.
É talvez, o tumulo mais visitado de todos os que aqui foram relacionados. Numa área especifica a ele em circulo, sempre tem bilhetes cartas fotos e bandeira brasileira levado pelos fãs. Principalmente no dia primeiro de Maio. Data em que ele faleceu.
Lá também foi enterradoem junho de 2006 o locutor da torcida brasileira Fiori Gigliotti. Meu chefe, amigo e companheiro do departamento de esportes da Radio Bandeirantes, nos anos 1970.



Escrito por mlopomo.zip.net às 23h19
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